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Psicólogos explicam razões que podem levar a cometer infanticídio

A notícia apanhou todos de surpresa em Moital, freguesia da Bajouca, Leiria. No dia a seguir à detenção da mulher suspeita de matar um récem-nascido, muitos eram os populares da localidade que procuravam ler os jornais diários para tentar compreender o sucedido.

No Café Sousa, no centro da Bajouca, a mulher, de 35 anos, era conhecida. Natural da freguesia, tinha por hábito frequentar alguns cafés e sair à rua com o seu actual companheiro e os três filhos menores. Alguns populares referiram ao nosso jornal que a suspeita trabalhava numa papelaria em Pombal.

O que dizem os psicólogos

Um estado emocional alterado, depressão, aprendizagens perturbadas ao longo da vida ou a pressão afectiva de um familiar são algumas das razões que podem levar  ao crime de infanticídio. Os psicólogos João Lázaro e Carlos Lopes Pires acreditam que a morte de uma criança recém-nascida é um algo que surge de um conjunto de factores que influenciam a personalidade da mãe, mas “não há um comportamento padrão” que o justifique.

Leia mais na edição em papel de 27 de Agosto de 2010.

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