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Panda gigante da China deixa lista de risco de extinção | Região de Leiria

Panda gigante da China deixa lista de risco de extinção

O panda gigante da China foi retirado da lista que engloba os animais em risco de extinção. O principal motivo deve-se ao aumento da população que permite retirar o animal da lista de espécies ameaçadas para “vulnerável”.

Panda gigante

Panda gigante

A informação foi divulgada no domingo, pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), num congresso no Havai, nos Estados Unidos da América, justificando que a população deste animal cresceu 17% entre 2004 e 2014, totalizando-se, num censo realizado em 2014, 1.864 pandas gigantes a viver em estado selvagem, na China, e uma população total, segundo a UICN, de 2.060 indivíduos.

Para além do aumento ao nível da população, o alcance geográfico do animal cresceu quase 12%, desde 2003, de acordo com um estudo desenvolvido pelo Fundo Mundial para a Natureza (WFF - World Wildlife Fund), que utiliza um panda-gigante no seu logotipo.

O animal, que vive apenas em algumas regiões de montanha na China, estava em perigo de extinção desde 1990, e é considerado um dos símbolos da conservação das espécies animais.

A criação de uma reserva para este tipo de animal, em 1992, contribuiu para o aumento do número de habitats disponíveis. Atualmente, existem 67 reservas no país, que protegem 67% da população e perto de 1,4 milhões de hectares. Ainda assim, a UICN alerta para o facto de que “as alterações climáticas podem eliminar mais de 35% do habitat natural de bambu dos pandas nos próximos 80 anos, pelo que a população de pandas deverá diminuir”.

O diretor-geral do WWF, Marco Lambertini, manifestou-se satisfeito com a notícia considerando que “saber que o panda está agora um passo mais longe da extinção é um momento excitante para todos os que estão comprometidos com a conservação da vida selvagem e dos seus habitats”. O responsável recorda que “durante mais de 50 anos, o panda-gigante foi o ícone da conservação mais adorado do mundo, bem como o símbolo do WWF”, e que “a recuperação mostra que quando a ciência, a vontade política e o envolvimento das comunidades se juntam, podemos salvar a vida selvagem e melhorar a biodiversidade”.

A notícia foi recebida com agrado pelos amigos dos animais que a partilharam no Twitter da WWF 7.857 vezes e colocaram 8.650 “gostos” na publicação.

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