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AMITEI aumenta respostas mas lotação está preenchida | Região de Leiria

AMITEI aumenta respostas mas lotação está preenchida

A capacidade atual das valências da AMITEI - Associação de Solidariedade Social dos Marrazes vai aumentar em quase 50% mas as vagas que vão nascer nas três valências da instituição - Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário - já estão praticamente esgotadas.
“Temos uma procura muito grande e quase que precisávamos de outro lar para conseguir responder a todos os pedidos. Só no lar temos 100 pessoas em lista de espera. Algumas pessoas nunca vão chegar a entrar”, explica Fernando Vendeirinho, presidente da direção da AMITEI.

“Claro que esta procura nos agrada, é sinal da projeção da AMITEI, mas lamentamos não ter capacidade para conseguir responder de igual forma”, acrescenta.

Inauguradas em 2013, esta será a primeira ampliação das instalações e representará um investimento de 400 mil euros, suportado integralmente pela instituição particular de solidariedade social (IPSS).

As obras, aprovadas pela Segurança Social, autarquia, proteção civil e delegação de saúde, vão começar no início do próximo ano, com ampliação do centro de convívio, refeitório e zona de quartos, para a área onde atualmente funciona a horta e o relvado (áreas que serão deslocalizadas).

A ERPI vai aumentar a sua resposta de 40 para 60 utentes. O mesmo crescimento terá o centro de dia, enquanto o apoio domiciliário passará a abranger 60 utentes em vez dos atuais 42 domicílios que diariamente são realizados.

“Não é fácil suportar este esforço mas estamos a rentabilizar as capacidades já instaladas e os recursos humanos”, refere o responsável, indicando que a cozinha, a produzir atualmente cerca de 400 refeições/dia, pode até duplicar o número de refeições.

Com um empréstimo a pagar em quatro anos, a AMITEI, diz Fernando Vendeirinho, tem “sustentabilidade financeira assegurada”, que “permite pagar de forma confortável a mensalidade do empréstimo”. Uma das formas de receita é a mensalidade de quartos de preço livre existentes no lar. “Enquanto os quartos que são comparticipados têm uma mensalidade máxima de 780 euros, os quartos de preço livre custam no máximo mil euros, o que representa uma receita. Mas até esses estão esgotados e há lista de espera”, salienta Fernando Vendeirinho.

(Notícia publicada na edição de 24 de novembro de 2016)

Marina Guerra
marina.guerra@regiaodeleiria.pt

Investimento será suportado na totalidade pela instituição (Foto de arquivo: Joaquim Dâmaso)

Investimento será suportado na totalidade pela instituição (Foto de arquivo: Joaquim Dâmaso)

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