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III Fórum de Emprego e Formação 2012 | Região de Leiria

III Fórum de Emprego e Formação 2012

Mais de 3 milhares de pessoas passaram pelo III Fórum Emprego e Formação, nos dias 3, 4 e 5 de maio, no Mercado de Santana

O REGIÃO DE LEIRIA agradece a colaboração dos expositores e dos oradores das tertúlias e workshops

Veja a fotogaleria do evento

 

 

Workshops e Tertúlias - Algumas notas sobre o que foi dito

Workshop - Ter Currículo é garantia de ter emprego?

Nos três dias em que decorreu o Fórum, o workshop “Ter Currículo é garantia de ter emprego?” realizou-se outras tantas vezes. Patrícia Ervilha orientou a “palestra” em duas ocasiões e deu dicas e conselhos sobre a preparação que deve ser feita quando estamos a tentar entrar no mercado de trabalho.

Presente num dos dias, Sandra Cardoso Monteiro, consultora de imagem, falou sobre a forma como nos devemos apresentar numa entrevista: “Diz muito de nós próprios, da nossa personalidade. A regra dos 3V atesta isso mesmo: num encontro, a forma como estamos vestidos comunica 55%, a colocação de voz, o timbre e a cadência 38% e aquilo que dizemos, representa apenas 7%”. Sandra Cardoso Monteiro deixou o alerta: “Não temos uma segunda oportunidade para criar uma primeira boa impressão! E acima de tudo, temos de ser nós próprios”.

Paulo Silva, da Farmacêutica Japonesa Takeda frisou que quando se está à procura de emprego, deve-se ter uma atitude positiva: “Quando estava desempregado, levantava-me, vestia um fato e uma gravata e saía de casa. Sentia-me bem”.

 

 

Workshop - Profissões com Futuro

“Um diploma não serve para grande coisa mas sem ele, impede quase tudo”, salienta Salvato Trigo, reitor da Universidade Fernando Pessoa. O reitor disse que “a maioria das profissões não precisam de um diploma específico mas precisam de um”.

Salvato Trigo falou, de forma prática, sobre as profissões do futuro: “Será normal que as pessoas morram por volta dos 100 anos e por isso vamos precisar de profissionais que cuidem desta gente. Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas da fala, trabalhadores sociais, pessoas na área dos sistemas de informação e conceção de conteúdos e de projetos”.

O reitor disse aos jovens que “se aprenderem bem a ler, escrever e comunicar em português, têm as competências essenciais para qualquer profissão”. E acrescentou: “É fundamental saber inglês, é a língua da tecnologia, da ciência e dos negócios”.

Em relação às dificuldades de aprendizagem de alguns alunos, Salvato Trigo foi claro: “Não há pessoas burras, há professores incompetentes”.

Para os empresários, o reitor deixou um conselho: “O ativo mais importante de uma empresa é uma mulher qualificada em idade fértil”. Ao despedir ou ao não contratar pessoas nesta condição, os empresários estão a “dar tiros nos pés” porque “a mulher produz o mesmo que o homem e ainda o consumidor”. “Apostar numa mulher em idade fértil é apostar no futuro”, conclui.

 

Tertúlia - Tenho o 9º Ano de escolaridade. E agora?

A tertúlia teve como intuito desmistificar os preconceitos em relação ao ensino profissional nas escolas e apresentá-lo como uma boa opção: “através da sua dupla certificação, académica e profissional, o ensino profissional permite a continuidade dos estudos a nível superior ou a imediata integração no mercado de trabalho”, apontou Francisco Vieira, diretor executivo da Insignare. Cesário Silva, diretor da Escola Secundária Eng. Calazans Duarte partilhou da mesma opinião: “Pretende-se dignificar a oferta do ensino profissional como uma clara alternativa e não como um recurso”.

“Os jovens têm hoje, numa época de incerteza, uma enorme dificuldade em definir as suas opções em termos de prosseguimento de estudos e de vida”, indicou Carlos Silva, diretor do núcleo da Marinha Grande do Cenfim, e acrescentou: “Os pais debatem-se, também eles, com enormes dúvidas sobre o que aconselhar ou incentivar os seus filhos a seguir, pois o que até há bem pouco tempo era dado como certo é, hoje, incerto”.

Vítor Rama, da Escola Secundária Domingos Sequeira, deixou um conselho aos alunos: “Devem procurar adquirir competências não muito especializadas para, no futuro, poderem ter mais opções”.

 

 

Workshop - Crie o seu próprio posto de trabalho, seja empreendedor

Uma das sessões de “Crie o seu próprio posto de trabalho, seja empreendedor” contou com a presença de Rui Tocha, da Incubadora Open. O responsável frisou que “uma boa ideia só é um bom negócio se tiver clientes” e alertou para a importância de calcular bem o risco. Para quem pretende iniciar o próprio emprego, Rui Tocha aconselhou: “Se tem uma ideia de negócio, tente escrevê-la e depois venha até nós”.

Isabel Marto, diretora executiva da Incubadora D. Dinis, falou sobre oportunidade de mercado, perfil de empreendedor, financiamento e risco associado ao negócio e planificação do projeto empresarial.

 

 

 

 

 

 

 

 

Workshop - Emigração – ameaças e oportunidades além-fronteiras

Carlos Lemos, da Gestinfor, partilhou a sua experiência em Angola. Para emigrar para este país, é necessário ter bem a certeza do que se vai fazer e quais os apoios que serão dados. Antes de “partir à aventura”, é necessário conhecer os riscos. “Um ordenado de 2000 dólares não é suficiente para alguém sobreviver em Angola”, disse Carlos Lemos.

Também presente no workshop, Sílvia Santos, especialista em recrutamento na Gestinfor, conta que a ida para Angola exige cuidados redobrados: “Temos de ter a certeza que nos é assegurado o alojamento, a alimentação, o transporte e que temos seguro de saúde”.

Para se perceber que de facto, em Angola, é necessários ter cuidados "extra", Carlos Lemos deu um exemplo prática: "Normalmente um administrador de uma empresa tem um automóvel da mesma. Eu tenho três e já cheguei a não ter carro para ir trabalhar, isto porque quando há uma avaria, são meses e meses de espera até que se resolva o problema".

 

 

 

 

 

 

 

 

Workshop - Língua estrangeira  - Passaporte para a Empregabilidade

Jorge Santos, da Vipex, na sua apresentação, mostrou que a língua inglesa e o mandarim são os idiomas falados por um maior número de pessoas. O responsável falou ainda das tendências: MBA e pós graduações em inglês, conferências nacionais e internacionais em inglês, conhecimento em língua inglesa (livros técnicos, revistas cientificas, etc.), falar a língua do parceiro gera confiança e vantagem negocial, canais de televisão globais (CNN, Fox,etc.) e estágios e emprego em organizações internacionais.

Pedro Torres, do Wall Street Institute também este presente no workshop.

 

 

 

 

 

 

 

 

Tertúlia - Satisfação e Motivação de colaboradores, em tempo de crise

Nesta tertúlia, moderada por Andrea Sousa, do Isla, a opinião acerca do principal fator de motivação era comum: mais do que o ordenado que se recebe, a motivação surge na possibilidade de crescimento na carreira.

Paulo de Vilhena, finalista do prémio para a pessoa mais motivadora de Portugal confessa que não acredita poder motivar alguém porque a motivação é um processo interno, trata-se de um motivo para agir. “Como é que eu posso servir?”, é este o segredo do sucesso. O empresário considera que a maioria das pessoas pensa “ao contrário”.

Na sua intervenção, Paulo de Vilhena deixou uma crítica aos empresários: “As empresas que têm colaboradores com 50/55 anos estão a pensar em como vão despedi-los. Isto é um erro porque é precisamente nesta altura que essas pessoas estão no auge do seu contributo intelectual para a empresa”.

Paulo Jorge, da Nobre Alimentação indicou qual deverá ser a postura de um colaborador: “Tenho que dar tudo por tudo para que aquela empresa me dê mais”. “Há muita gente desempregada mas há muitos empregos”, atira o responsável.

“As empresas são feitas de pessoas e é nelas que reside a diferenciação de qualquer organização”, quem o diz é Maria João Sebastião, gestora da delegação da Tempo-Team, em Leiria. A responsável fez parte da tertúlia e referiu que “só um líder próximo, que se envolva com os colaboradores, de uma forma informal, consegue saber o que os motiva, o que lhes agrada e o que menos gostam na organização”.

 

 

 

 

 

 

 

 

Tertúlia - Empregadores confessam-se – o perfil do colaborador ideal

A tertúlia intitulava-se: “Os empregadores confessam-se, o perfil do colaborador ideal” e assim aconteceu. Para António Poças, da Incentea, existem três competências fundamentais: “O saber/saber, o saber/fazer e o saber/ser. Eu prefiro o saber/ser porque consegue-se dar formação a toda a gente que tenha as competências básicas”. Paulo Pinto, da La Redoute, apontou um dos fatores chave para a sua empresa: “Têm de saber falar línguas, o conhecimento linguístico é primordial”. Da Crisal-Libbey, Arlindo Duarte, conta que na sua empresa os atributos pessoais são mais valorizados do que os técnicos: “O que nos faz ir a uma entrevista é a parte técnica mas o que nos faz ficar com o lugar é a comportamental” Lúcio Lampreia, da Unexpected - designing people, deixou um conselho: “Levem uma proposta de valor, o que é que eu, com o meu trabalho, posso dar à empresa?”. Joaquim Paulo Conceição, CEO do Grupo Lena, moderou o debate do qual se concluiu: “Não há um colaborador ideal mas há equipas ideais”. Nesta tertúlia, todos os oradores concordaram que as pessoas que vão trabalhar para uma empresa têm que saber inserir-se na cultura da mesma e, portanto, a mobilidade é fundamental.

 

 

 

 

 

 

 

Tertúlia - O papel dos pais, na opção vocacional dos filhos

“O papel dos pais na opção vocacional dos filhos” foi uma tertúlia com bastantes interessados. Ana Paula Santos, presidente da associação de pais da Domingos Sequeira, referiu que os pais precisam de incentivar os filhos a explorarem outras apetências e a felicitá-los por aquilo que fazem de bom: “ As crianças precisam de adquirir competências e não é à frente da televisão que o vão fazer, têm de fazer desporto, voluntariado, etc.”, “Nós pais não podemos ser negativos com eles, temos de os incentivar”.

Lina Ferreira, vice-presidente da Federação Regional de Associações de Pais e Encarregados de Educação de Leiria e Ramiro Dinis, da Associação de Famílias Numerosas também estiveram presentes na conversa.

 

 

 

 

 

 

 

 

Workshop - Estudar com eficiência

“Técnicas de marranço e outras estratégias acéfalas”, foi assim que o psicólogo João Lázaro designou este workshop. "Estudar com eficiência" permitiu a miúdos e graúdos aprenderem que apenas dez minutos por dia, para cada disciplina, podem ser suficientes para um bom estudo.

João Lázaro explicou que "Estudamos para sermos autónomos, para termos muitas coisas em que pensar".

 

 

 

 

 

 

 

Expositores

Força Aérea
Cenfm - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica
EPADRC - Escola Profissional de Agricultura da Região de Cister
Escola de Hotelaria de Fátima
Escola Profissional de Leiria
Escola Profissional de Ourém
Escola Secundária da Maceira
Escola Secundária de Pombal
Escola Secundária de Porto de Mós
Escola Secundária Domingos Sequeira
Escola Secundária Eng. Acácio Calazans Duarte
Escola Tecnológica e Profissional da Zona do Pinhal
Exército Português
Génius - Trabalho Temporário
Instituto do Emprego e Formação Profissional
Instituto Politécnico Leiria
ISDOM - Instituto Superior D. Dinis
ISLA
Know How - Consultores
Tecnitalentos
Tempo Team - Trabalho Temporário
Wall Street Institute Leiria

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