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Crónica Irregular: Uma mãe cheia de sorte

Crónica Irregular: Uma mãe cheia de sorte
Sofia Francisco, professora giraaosquarenta@gmail.com

Quando me pediram para escrever sobre o Dia da Mãe, aceitei na hora. Tema fácil, pensei. No entanto, mal enfrentei a página branca, vi que não era tarefa tão simples como pensara. Tudo o que eu pudesse dizer sobre o amor imenso que uma mãe sente pelos seus filhos parece pouco. E tudo parece já ter sido dito e escrito.

A verdade é que eu sou uma mãe normalíssima. Se tenho algo de especial, deve ser apenas a criatividade quando digo que os castigo ( Se voltas a gritar, gravo e posto no Facebook!). Sou pois uma mãe igual à maioria: uma mãe que cuida, ama e mima, uma mãe que se levanta de noite para ver se os filhos respiram, que dá raspanetes, que já deu palmadas e depois ficou mais dorida do que quem as recebeu, que se sente mal por trabalhar até mais tarde em vez de estar com os petizes, que respira fundo e clama por paciência, uma mãe que ama os seus filhos de modo incondicional. Nada de novo, portanto.

Mães especiais de corrida, para mim, são aquelas que têm filhos com doenças difíceis, que perderam o emprego e lutam para pôr comida na mesa, que são pai e mãe ao mesmo tempo, que não desistem e proporcionam aos seus filhos o melhor delas próprias e do mundo. Quanto a mim, sou uma mãe comum cheia de sorte…a começar pelo facto de ter tido a bênção de ter dois filhos que me acham a melhor mãe do mundo!

(texto publicado na edição de 30 de abril de 2014)

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