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Missão humanitária à Guiné-Bissau parte de Pombal dia 4

Missão humanitária à Guiné-Bissau parte de Pombal dia 4

Sete viaturas e duas ambulâncias vão partir no dia 4 de outubro do Castelo de Pombal rumo à Guiné-Bissau, numa missão humanitária que pretende levar material médico, roupa e livros a instituições não-governamentais daquele país pelo terceiro ano.

A coluna de veículos fará uma viagem de cerca de uma semana: “Contamos estar na Guiné no dia 12 para fazer a entrega dos bens em mãos. Tudo o que levamos fica lá, até os nossos ‘necessaires’. Regressamos dia 16 de avião praticamente com a roupa do corpo”, revelou o organizador da missão e um dos voluntários, Nuno Rebocho.

“Temos a noção que com tão pouco podemos fazer a diferença na vida daquelas pessoas. O ‘kit’ dos ‘necessaires’, que para nós aqui é uma coisa tão simples de arranjar, para eles não. Por isso, deixamos tudo o que levamos”, acrescentou.

Os 18 voluntários – das mais variadas profissões – levam na bagagem material médico e roupa. Os cerca de sete mil livros seguem em contentores, devido ao seu peso.

Esta é a terceira missão organizada por Nuno Rebocho: “O facto de lá voltarmos é porque quando lá vamos sentimos a necessidade daquele povo e por muito que levemos é sempre insuficiente para as suas carências”.

Na comitiva seguem alguns estreantes. O voluntário referiu que, além da ajuda que a missão leva, um dos objetivos é “contaminar” quem segue na viagem com a solidariedade, de modo a poder “continuar a contribuir com o seu voluntariado e solidariedade em várias instituições”.

Para Nuno Rebocho, é importante entregar todo o material em mãos, porque “as pessoas questionam-se, muitas vezes, se o que oferecem chega realmente a quem precisa”. Estando lá, a entrega está garantida.

Os voluntários vão em coluna e têm o itinerário “mais ou menos” programado. “Vamos em autossuficiência e levamos material de campanha. Vamos passar por Marrocos, deserto do Saara ocidental, Mauritânia, Senegal e Gâmbia”.

“Esta é uma missão com menos gente do que o habitual, porque vamos na época pós-chuva, que coincide com o início do nosso ano letivo. Vamos também experimentar se é preferível levar menos gente, mas poder ir mais vezes e assim levar ajuda de forma mais frequente”, adiantou Nuno Rebocho.

Dos bens recolhidos estão 140 mil agulhas para seringa, 84 mil pares de luvas de exame, 28 mil seringas de insulina com agulha, 20 mil pares de luvas cirúrgicas, 3.600 ligaduras, 2.200 frascos de desinfetante de solução cutânea, 600 termómetros, mais de 2.500 equipamentos ortopédicos, “no valor de cerca de 65 mil euros”, 476 ‘kits’ escolares e mais de 20 mil peças de roupa.

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