Trabalhar mais longe para rapidamente estar perto outra vez.

Por estes dias do mundo ao contrário, os profissionais do REGIÃO DE LEIRIA avançaram, de um dia para o outro, para teletrabalho.

Habituados ao ambiente de uma redação de jornal, espaço aberto e ocupado por todos, ficámos confinados a uma nova realidade. Cada um por si, em sua casa, todos distantes mas apenas à distância de uma tecla.

Luís Diogo Zambujo: Isolados, mas unidos.
Martine Rainho: Quando temos o privilégio de sair à rua e nos confrontamos com o isolamento a que muitos idosos estão “sempre” votados. Será que desta quarentena forçada acordaremos mais sensíveis à solidão dos mais velhos?
Joaquim Dâmaso: Teletrabalho!? Rua, reportagem, casa, banho, editar, comer, dormir, rua, casa….tenho saudades de cumprimentar, beijar, sorrir e cheirar.
Patrícia Duarte: Um novo horizonte e a urgência de informar.
Carlos Almeida: Admirável telemundo novo.
Francisco Rebelo Santos: O mundo ao contrário.
Alda Moreira: Desafio à autodisciplina.
João Agrela: Um novo desafio.
Jessica Germano: Liberdade cerceada.
Margarida Cordeiro: Uma experiência positiva, um desafio à concentração.
Manuel Leiria: “Mais do que em qualquer outro momento da história, a humanidade está numa encruzilhada: um caminho leva ao desespero e à total desesperança; outro, à extinção total. Vamos rezar para que tenhamos a sabedoria de escolher corretamente”, Woody Allen.
Joana Magalhães: Um dia que passa não é mais um dia em isolamento. É menos um dia até que possamos voltar a abraçar-nos.
Marina Guerra: Informação, educação, proteção.
Cristina Silva: O meu novo colega ainda está meio zonzo.
Ângela Gil: Desafiante e motivador
Vitor Pedrosa: Adaptação .
Carlos Ferreira: Temos o tempo que somos.
Joel Luís: É exigente e desafiante, com todas as distrações de estar em casa mas, no final, a flexibilidade supera tudo.
Paula Silva: Está a ser uma experiência desafiante.

Mais difícil, mais exigente e menos agradável – eis as notas dominantes das primeiras semanas, no começo de uma caminhada que à medida que avança vai mostrando os seus pontos fortes. Afinal, é possível, todos conseguimos.

Além dos jornalistas e paginadores, também os colegas de outros departamentos têm experimentado com sucesso esta nova realidade, cumprindo assim as indicações da autoridades .

Os poucos profissionais que permanecem na empresa, mais por prevenção e menos por necessidade, acabam quase por estar em teletrabalho, tão distantes e isolados que fisicamente se sentem da restante equipa.

Sempre que necessário saímos para a rua, deixando o conforto de uma secretária improvisada, que tanto pode estar numa mesa de refeições ou num espaço improvável. É a partir destes espaços residenciais que olhamos para a região e para o  mundo.

Nas fotografias que aqui publicamos cada membro desta equipa partilha o seu novo local de trabalho e define em escassas palavras a experiência do teletrabalho.