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Passageiro do tempo: Propinas leva-as o vento

A justiça social desta medida seria dispensar do pagamento quem pode pagar e obrigar todos a pagar através dos impostos.

Tempo incerto: A memória colectiva

A memória gerada pelos actos do poder, condicionadora a nível ideológico e cultural, procura sobrepor-se aos silêncios da História local e nacional.

O meu diário: 2019

A idade mede-se pelo que desejamos e tal é ainda mais evidente nos desejos para o novo ano. Quanto mais velhos ficamos mais saúde vamos pedindo e menos bens materiais queremos.

Outras opiniões…

Media e responsabilidade(s)

. Dá-se a infeliz coincidência deste 27 de Dezembro marcar a última edição do jornal da diocese de Leiria-Fátima, que sucedeu a O Mensageiro (1914-2013) e A Voz do Domingo (1933-2013). Um desfecho justificado pelo “pesado saldo negativo, resultado dos inevitáveis encargos financeiros e das reduzidas receitas que conseguiu garantir”.

O meu diário: Natal

Este jornal esta semana é um jornal solidário e quanto mais vendermos, mais vamos ajudar duas excelentes instituições. Por isso compre muitos, venda muitos e ofereça muitos.

Passageiro do tempo: Eles sabem tudo

Os deputados e deputadas são eleitos em listas e, portanto, sem qualquer escrutínio individual, pouco mais são do que um emblema partidário, poucos os conhecem, menos ainda os consideram.

Tempo incerto: Por um novo público leitor

Os jovens não lêem jornais e, quando muito, um ou outro desportivo, para aprofundar a cultura com maior expansão mediática. Da leitura de livros também se cansam com rapidez.

Passageiro do tempo: Pobres portugueses

Um em cada quatro portugueses são pobres, estão privados das condições necessárias para ter acesso a uma vida digna. E o que faz cada um de nós para ajudar a reduzir a pobreza?

Tempo incerto: Uma paz frágil

No dia 11 de Novembro de 1918, o silêncio das armas abateu-se sobre os ensanguentados campos de batalha da 1ª Guerra Mundial.

O meu diário: Brasil

Como é possível não terem arranjado nada melhor do que o Capitão Jair. Homofóbico, sexista, irracional com as armas e a violência, a ameaçar acabar com a democracia e eleito assim sem grande dificuldade.

Quem nos emprega em Leiria?

Querem levar a cidade para a frente? Lutem por nos ter, porque muitos querem encabeçar o futuro de Leiria. Invistam nas propostas que têm para nós, que nós revitalizaremos o centro. Criem-nos postos de trabalho, que daqui a uns anos seremos nós a precisar de quem trabalhe connosco.

Tempo incerto: Estado calamitoso

No pós-25 de Abril, muitos professores acreditavam na capacidade da educação para consolidar a democracia e promover o desenvolvimento do País, enquanto outros cultivavam o nacional-porreirismo.

O meu diário: Parabéns

Reparem que quem gosta de jornais é sempre mais interessante, mais vivo e presente no mundo. Não pensem que o dinheiro que gastamos num jornal é um luxo.

Tempo incerto: O síndrome do cerco

É usual ouvirem-se lamentos de membros da oposição face à imprensa local, queixando-se, num misto de amargura e frustração, de que esta não divulga as suas mensagens políticas.

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