Próximo do mosteiro é onde fica o sítio no qual o ADN da cozinha regional predomina e os genes se formam pela tradição. Reflexo, em especial, de uma regência familiar com mais de 30 anos e que ainda hoje resiste aos desafios da restauração. Num cenário de chita e louça da região, 180 pessoas podem acomodar-se e saborear confeções que já se tonaram clássicos, a exemplo do frango na púcara, em todos os meses do ano, ou do borrego em vinho tinto, no inverno. A zona inspira também a oferta açucarada: doces conventuais variados e pudim de ovos são os porta-vozes oficiais da despedida.