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Defesa do Pinhal de Leiria avança esta semana com várias manifestações

A sementeira manual já fez parte da vida do Pinhal. Depois dos fogos, reflorestar volta a ser palavra de ordem Foto cedida por Gabriel Roldão

“Todos Juntos pela Reflorestação do pinhal de Leiria” é o mote da manifestação convocada para esta quarta-feira, dia 18, na praça Rodrigues Lobo, em Leiria. 

Os participantes estão convidados a vestir uma t-shirt branca e a integrar, em solidariedade para com as vítimas dos incêncios e a Mata Nacional, a caminhada e corridas das Brisas do Lis Night Run, que o NEL – Pédatleta dinamiza todas as quartas-feiras à noite. O encontro está marcado para as 21 horas.

Um outro protesto, “Portugal Contra os Incêndios”, está agendado para a tarde de sábado,  também na praça Rodrigues Lobo, às 16 horas. Pelo menos duas outras manifestações decorre em simultâneo em Lisboa e Porto

Uma hora mais tarde, na ciclovia da Estrada Atlântica (na zona afetada pelos incêndios) será realizado um cordão humano, “em forma de protesto por todas as atrocidades que este ano os incêndios provocaram no nosso país”, apontam os promotores.

A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande  organiza também no sábado uma “vigília de revolta do povo português face aos incêndios de 2017” no lugar de Barraca da Boavista, perto da EN 236-1, onde morreram várias pessoas e junho.

Sob o mote “Já perdemos tempo de +”, a associação convida os portugueses a unirem-se por um “Portugal seguro para todos” e a participar nesta ou noutras vigílias a realizar à mesma hora em vários pontos do país por iniciativa do Movimento Fénix – Renascer das Cinzas.

A ideia é reflorestar. E com rapidez semelhante àquela que consumiu o Pinhal de Leiria, milhares de pessoas já manifestaram o seu apoio à ideia de reflorestar o pinhal nascido há vários séculos.

“Depois desta calamidade, percebi que era importante mobilizar as pessoas, nas redes sociais, para voltar a dar vida a um património que está na memória de todos nós”, aponta o responsável pelo grupo #PinhaldoPovo, criado no Facebook no início da semana e que já ultrapassa os nove mil membros.

No século passado, a imagem de pinheiros semeados na zona da Mata Nacional (como mostra a imagem) não era rara. Agora, nas redes sociais semeiam-se iniciativas e movimentos que pretendem reativar a mancha florestal que alimentou os descobrimentos, facultando a madeira das caravelas.

“Promover a discussão pública em torno do assunto, do que cada um de nós poderia fazer para reconstruir o perdido” é o objetivo do grupo #PinhaldoPovo, aponta um dos seus percursores. 

MR/CSA

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