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Caldas da Rainha

Caldas da Rainha aprova por unanimidade orçamento de 37,4 ME para 2022

A Assembleia Municipal aprovou ainda as Grandes Opções do Plano para 2022.

A Assembleia Municipal das Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, aprovou por unanimidade um orçamento de 37,4 milhões de euros para 2022, menos 2,5 milhões em relação à verba orçamentada para este ano.

Nos documentos previsionais aprovados por maioria na Assembleia Municipal (AM), as receitas correntes para o ano de 2022 registam o valor de 29.460.757 euros, dos quais os impostos diretos são responsáveis pela maior fatia (13.273.893 euros), seguido das transferências correntes, no valor de 12.828.777 euros.

As despesas correntes totalizam 22.559.930 euros, sendo a maior verba (9.671.747 euros) a destinada aos encargos com pessoal, rubrica que tem um peso de 43% do total das despesas orçamentadas.

A aquisição de bens e serviços, com 8.132.573 euros, e as transferências correntes, com 4.574.468 euros, são as duas outras maiores rubricas da despesa.

Na reunião, realizada na terça-feira à noite, a assembleia aprovou ainda as Grandes Opções do Plano (GOP) para 2022, documento que aponta como principais linhas da gestão autárquica as seguintes áreas: ordenamento do território, urbanismo e mobilidade; ambiente e qualidade de vida; economia, empreendedorismo e inovação; saúde e termalismo; educação, formação e orientação vocacional; desporto; cultura; turismo; desenvolvimento humano, integração e inclusão social; segurança e proteção dos munícipes; administração, governança e modernização dos serviços e, por último, financiamento e execução das grandes opções até 2025.

O Orçamento e as GOP mereceram o voto favorável de todos os deputados com assento na Assembleia Municipal (Movimento Vamos Mudar – MVM, PS e PSD) tal como já havia acontecido na Câmara, onde os documentos tinham sido aprovados por unanimidade.

O PS firmou com o MVM, que venceu as últimas eleições autárquicas, em 26 de setembro, um acordo de cooperação em que se comprometia a viabilizar os orçamentos.

Já o PSD, que nas últimas eleições perdeu a Câmara para o movimento independente, justificou o seu sentido de voto com a pretensão de “dar um voto de confiança” e “o benefício da dúvida ao novo executivo”, liderado por Vitor Marques.

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