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Pinhal das Artes de regresso com mais de 400 propostas para bebés e famílias

Pinhal das Artes de regresso com mais de 400 propostas para bebés e famílias

Mais de 400 espetáculos estão programados para a quinta edição do Pinhal das Artes, que decorre de 29 de junho a 03 de julho, no Pinhal de Leiria, no concelho da Marinha Grande, anunciou hoje a organização.

Pelo Pinhal das Artes ou festival de artes para a primeira infância, iniciativa da Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP), vão passar cerca de 200 artistas em múltiplas áreas, como a música, a dança, o teatro, o ioga ou o vídeo.

“Temos a música como âncora, mas todas as artes performativas estão representadas”, disse o diretor artístico do evento, Paulo Lameiro, à Agência Lusa, destacando os espetáculos internacionais.

Paulo Lameiro adiantou que este ano o Pinhal das Artes conta com duas coproduções “concebidas por portugueses e estrangeiros” que vão ser estreias mundiais.

“Vamos ter um harpista irlandês, que construiu, com uma companhia de teatro portuguesa, o Cegarrega, poesia e sons da palavra entre as crianças e a arte. O segundo destaque é uma das formações musicais de topo na Europa, ao nível da dança tradicional, os Naragónia, da Bélgica, que foram desafiados a criar, com os Concertos para Bebés, um programa musical para bebés”, explicou o responsável.

Lameiro salientou ainda que em mais de 50 por cento dos espetáculos podem assistir bebés dos zero aos 12 meses, manifestando o desejo de que “cada bebé, cada criança, cada família que passe pelo Pinhal das Artes saia transformada através da arte”.

Reconhecendo que o Pinhal das Artes tem tido “muitas solicitações para abrir a sua oferta a outras faixas etárias”, o diretor artístico sublinhou, contudo, que a faixa etária que mais caracteriza esta iniciativa é a dos zero aos cinco anos.

“Qualquer um de nós com uma criança de 2, 3 anos, pela mão, sonha muito mais do que quando tem uma criança de 8 ou 9 anos. Esta faixa etária é também ela porta para sonharmos mais, acreditarmos mais e sermos mais expressivos”, declarou.

A figura do rei trovador, D. Dinis, que mandou semear o Pinhal de Leiria, marca, também, o evento, e está prevista a distribuição de sementes às famílias que visitem o pinhal.

“As sementes vão ser acompanhadas com coordenadas de GPS para que as pessoas possam, no inverno, semeá-las”, acrescentou Lameiro, que considerou esta uma forma de responder à “relação mais estreita entre o que é a arte e o pinhal”.

O responsável apontou, a este propósito, a existência de mais percursos pedestres no evento, sendo que a ligação à natureza será visível noutros aspetos: “Vamos ter o maior aquário portátil da Europa, com o peixe carpa Koi, que no Japão é símbolo da felicidade das crianças”, realçou.

Pelo Pinhal das Artes, que decorre no Lugar das Árvores, na Mata de São Pedro de Moel, vão passar cerca de 200 artistas.

Dezoito tendas temáticas e cem voluntários, alguns dos quais de Espanha – resultado “do crescente público espanhol no evento” – são outros números do Pinhal das Artes.

“O Pinhal das Artes, no contexto europeu, é o maior evento e o de maior diversidade para a primeira infância”, acrescentou Paulo Lameiro.

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