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Infraestruturas de Portugal investe 7ME na conservação da rede rodoviária de Leiria

A Infraestruturas de Portugal prevê investir sete milhões de euros, ao longo dos próximos três anos, na conservação da rede rodoviária no distrito de Leiria.

A rede rodoviária da responsabilidade da IP no distrito de Leiria tem 664 quilómetros de extensão Foto: Joaquim Dâmaso

A Infraestruturas de Portugal prevê investir sete milhões de euros, ao longo dos próximos três anos, na conservação da rede rodoviária no distrito de Leiria.

 

Em nota de imprensa, divulgada esta quinta-feira, dia 2, a Infraestruturas de Portugal (IP) informa que os trabalhos de beneficiação e manutenção da rede viária no distrito de Leiria são “executados no âmbito de contratos de prestação de serviço”, cujo concurso público foi lançado em agosto.

Segundo a IP, “estes contratos constituem uma importante ferramenta, assegurando ganhos efetivos ao nível da eficiência na gestão dos recursos, elevando assim a qualidade do serviço prestado pela empresa”.

O Contrato de Conservação Corrente abrange a execução de diversos tipos de trabalhos de beneficiação e manutenção em toda a rede viária dos 16 concelhos, entre os quais a reparação e beneficiação de pavimentos, a reposição e adequação da sinalização, guardas de segurança e outros equipamentos de proteção, a limpeza das bermas e zonas adjacentes à faixa de rodagem e a estabilização de taludes.

Está prevista ainda a conservação e recolocação de vedações, o tratamento dos sistemas de drenagem e reparações em pontes e outras estruturas.

A rede rodoviária da responsabilidade da IP no distrito de Leiria tem 664 quilómetros de extensão e integra um total de 346 estruturas especiais como pontes, viadutos e outras travessias de diferentes tipologias, refere ainda o comunicado.

“A realização destas intervenções de manutenção regular, de caráter mais preventivo e imediato, revelam-se de extrema importância e permitem reduzir significativamente a necessidade de execução de trabalhos de maior dimensão e mais dispendiosos, causadores de maior impacto na mobilidade das populações”, salienta a nota.

Lusa