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Videovigilância na Marinha Grande em estudo para travar criminalidade

Videovigilância na Marinha Grande em estudo para travar criminalidade

Vandalismo em espaços e edifícios públicos e a utilização de parques e jardins para o tráfico de estupefacientes, são alguns dos problemas que poderão vir a ser combatidos com o recurso à videovigilância na cidade da Marinha Grande.

O município planeia avançar, no próximo ano, com o projeto que pretende reforçar a segurança na cidade através de um sistema similar ao já existente noutras cidades, nomeadamente em Leiria.

Cidália Ferreira, presidente do município, sinalizou essa intenção na última reunião da assembleia municipal de dia 16 de setembro. A líder do município revelou que já foi dado início ao processo “percebermos os procedimentos para implementar [a videovigilância] em várias zonas do concelho”. A autarca respondia às preocupações levantadas por Luís Branco, deputado do +Concelho.

“Ainda vivemos em segurança no município, mas as pequenas inseguranças que se avolumam tornam os territórios inseguros”, salientou o deputado. “Os atos de vandalismo em espaços e edifícios públicos têm assumido, em alguns momentos, proporções alargadas”, reconhece ao REGIÃO DE LEIRIA o gabinete de Cidália Ferreira. A mesma fonte adianta que “alguns espaços públicos, como os parques e jardins, são usados para o consumo e tráfico de estupefacientes”.

Os problemas não ficam por aí. À lista de preocupações soma-se o facto de que “são cada vez mais reportados casos de assaltos a estabelecimentos comerciais e industriais, no centro da cidade e na Avenida Vitor Gallo particularmente”. É este o contexto que “nos motiva a pensar” na implementação da videovigilância, refere a mesma fonte.

E já estão identificados os pontos mais sensíveis, de “maior preocupação”, sobretudo no Centro Tradicional da cidade, e que deverão estar no centro do projeto de videovigilância: o Jardim e a Praça Stephens, os parques da Cerca e dos Mártires, a Avenida Vitor Gallo e o Jardim Luís Camões. Mas, admite a mesma fonte, o perímetro de vigilância pode ser mais alargado, abrangendo os estaleiros municipais, o edifício da Resinagem e o Centro Empresarial, nos locais “onde estes sistemas não estejam já ativos”, pela mão de privados.

“Também as praias do concelho (São Pedro e Vieira) seguramente estarão entre as áreas a considerar”, acrescenta, lembrando que esta é uma matéria que terá de ser analisada com diversas entidades, incluindo as autoridades policiais.

O processo está na fase inicial, não existindo previsão sobre quando será implementada a videovigilância na cidade. Todavia, o gabinete de Cidália Ferreira deixa uma meta: “esperamos poder começar a implementar o projeto durante o ano de 2020”.

Nota: Artigo originalmente publicado na edição imprensa de 26 de setembro de 2019

CSA

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