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Leiria

Coletor que rebentou no vale do Lis tem uma “necessidade extrema de limpeza”

Vão iniciarem-se as diligências para limpeza do curso de água até à confluência com o rio Lis

O coletor da Aroeira, cuja margem rebentou no domingo, em Montijos, apresenta uma “necessidade extrema de limpeza”, revelou a presidente da União das Freguesias de Monte Redondo e Carreira.

Numa reunião realizada esta segunda-feira, dia 22, no local do rebentamento, “concluiu-se pela necessidade extrema de limpeza do coletor, dado que a sua obstrução foi, de facto, a principal causa da rotura”, adianta Céline Gaspar.

No encontro estiveram presentes representantes do município de Leiria – pelouro do Ambiente e Proteção Civil, da Associação de Regantes e Beneficiários do Lis, da Agência Portuguesa do Ambiente, da união de freguesias e o proprietário do terreno confinante com o coletor.

“Na reunião decidiu-se prioritariamente intervir no rebentamento para impedir a continuidade do aumento do nível da água nos campos do Lis”, explica a autarca, adiantando que também “ficou decidido iniciarem-se as diligências para limpeza e desobstrução do curso de água até à confluência com o rio Lis”.

“Legalmente esta limpeza deve ser garantida pelos proprietários confinantes na área agrícola e pela câmara de Leiria na área urbana – como foi efetuada em 2018 e que este ano estava prevista realizar-se assim que as condições meteorológicas o permitissem, pois não se deve intervir em momentos de grande pluviosidade”, explica Céline Gaspar.

O rebentamento da margem do coletor da Aroeira, na manhã deste domingo, dia 21, inundou “20 hectares de terreno” do vale do Lis.

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