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Porto de Mós

Novo polo tecnológico de recursos minerais pode rumar a escola na Corredoura

Inovação e a sustentabilidade foram as ideias sublinhadas no protocolo de constituição do polo

A escola Dr. Manuel Oliveira, na Corredoura, pode vir a ser, a prazo, a sede do novo Polo Tecnológico em Recursos Minerais da Região Centro, cuja criação foi formalizada na última terça-feira, em Porto de Mós.

A inovação e a sustentabilidade foram as ideias mais sublinhadas na cerimónia de assinatura do protocolo de constituição do polo que, até final de junho, terá de ter definido o seu modelo de funcionamento.

“A fileira dos recursos minerais é dos sectores mais importantes para o desenvolvimento de Porto de Mós e da região”, sublinhou Jorge Vala, presidente da Câmara de Porto de Mós. Lembrando a projeção mundial alcançada pelo sector, o autarca apontou a importância do novo polo uma vez que irá permitir “consolidar conhecimento, experiência empresarial e colocar esses resultados ao serviço do sector”.

O município de Porto de Mós e as associações Cluster Portugal Mineral Resources, Inovação e Tecnologia na Pedra Natural e Quercus, foram os signatários do protocolo. E a participação da associação nacional de conservação da natureza, foi várias vezes sublinhada.

A presença da Quercus “permite-nos ter essa ambição: ter alguém que nos vá chamando a atenção do que é essencial e que não nos demitimos de fazer”, referiu Luís Freire, da associação para a Inovação e Tecnologia na Pedra Natural e responsável máximo da Assimagra.

A investigação e desenvolvimento, numa vertente de sustentabilidade ambiental, será o principal foco do polo, aponta Jorge Vala. Para já, será na incubadora de empresas de Porto de Mós que irá funcionar mas o autarca confessa que a sua ambição passa por assegurar que se venha a sedear na Corredoura, nas instalações da escola Dr. Manuel Oliveira.

A ideia passa por alargar o projeto “a todas as áreas de recursos minerais que trabalhamos na região”, acrescenta o autarca que adianta estarem em curso conversações para integrar o sector da cerâmica e do vidro. Politécnico de Leiria e outras instituições do ensino superior, empresas e municípios da região, são os parceiros que deverão engrossar o projeto, defende.

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