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SOS Ucrânia

Três mil fiéis unidos ao Papa na consagração da Ucrânia e da Rússia

Marcelo Rebelo de Sousa apontou a consagração como um “importante apelo à paz”.

A consagração foi presidida pelo cardeal Konrad Krajewski, como Legado Pontifício LO

Cerca de três mil fiéis participaram na consagração da Ucrânia e da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, em Fátima, na tarde desta sexta-feira, dia 25. Entre eles, estava o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

O momento de oração foi transmitido  em simultâneo com a celebração que decorreu no Vaticano, presidida pelo Papa Francisco.

As bandeiras da Ucrânia conquistaram o recinto do Santuário nesta manifestação de fé, na Capelinha das Aparições, presidida pelo cardeal Konrad Krajewski, como Legado Pontifício.

No início da celebração, o bispo de Leiria-Fátima e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), José Ornelas, sublinhou que “em comunhão com o Santo Padre Francisco” os fiéis encontravam-se  reunidos “neste lugar onde a Mãe do Céu nos convida à conversão, à oração pela paz e nos revela o seu Imaculado Coração como refúgio e caminho para Deus”.

“Unidos ao povo ucraniano, que nestes dias recebe a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, e nesta hora sombria da história do mundo, deixamo-nos atrair pela luz que irradia do seu Coração Imaculado, e rezamos para que escute a nossa oração e nos alcance do coração misericordioso do nosso Deus o dom da paz e da concórdia entre os povos”, exortou o bispo José Ornelas.

O ato de consagração foi acompanhado por muitos fiéis, que através dos ecrãs gigantes colocados no recinto, ouviram a oração proferida pelo cardeal.

No final da celebração, Marcelo Rebelo de Sousa apontou a consagração como um “importante apelo à paz” e destacou a emoção sentida “quando rezaram em ucraniano e russo”: momento que mostrou que “é possível e deve haver diálogo, no encontro da paz, e o Papa tem feito tudo o que é possível para que isso seja uma realidade”.

O Chefe de Estado considerou ainda “fundamental” o diálogo entre a religião católica, greco-católica e ortodoxa para a resolução do conflito, e elogiou o acolhimento que está a ser feito aos deslocados ucranianos.

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