Ser património da região é uma das definições possíveis para a restauração que nasceu da vocação para fazer pães, há 80 anos. O segredo do sucesso? Uma pitada de tradição, um ramo de inovação e doses fartas.

A generosidade começa na entrada, com tábua de enchidos, queijos locais, compota e outras delícias vindas do lume. A disputa fica acesa ao ter que se escolher entre um dos clássicos da carta como perdiz na púcara ou cabrito assado. O tabuleiro de doces conventuais, ainda hoje confecionado pela mulher do fundador, Júlia Pereira, deixa a visita típica e completa no fim.