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Sociedade

Comunidade do Pinhal Litoral pede reforço na prevenção da sinistralidade

A Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral (CIMPL) manifestou preocupação com a sinistralidade rodoviária na região e pediu às autoridades com responsabilidade na conservação das estradas e na segurança um reforço das medidas preventivas.

A Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral (CIMPL) manifestou preocupação com a sinistralidade rodoviária na região e pediu às autoridades com responsabilidade na conservação das estradas e na segurança um reforço das medidas preventivas.

Numa nota de imprensa, a Assembleia da CIMPL – que integra eleitos dos municípios de Leiria, Pombal, Marinha Grande, Batalha e Porto de Mós -, expressa a “maior preocupação sobre os valores da sinistralidade grave na região”.

Segundo o documento, o Pinhal Litoral “registou o maior número de vítimas de acidentes nos primeiros três meses” do ano, “contabilizando 20 mortes”.

“Só nas últimas semanas morreram quatro pessoas nas estradas de Leiria”, com incidência nos itinerários complementares (IC) 2 (troço Pombal-Leiria) e 8 (Pombal-Ansião), refere a Assembleia da CIMPL, salientando que, até 31 de março, o IC2, itinerário que liga Lisboa e Porto, “foi considerada a via com mais vítimas mortais”, nove, “em todo o país”.

“Esta grave circunstância – que infelizmente regista um significativo agravamento – tem mobilizado esforços de várias entidades”, reconhecem os eleitos, considerando, contudo, que são “sempre insuficientes face ao flagelo que envolve o registo de acidentes graves e com vítimas mortais”.

A Assembleia da CIMPL exorta as entidades com responsabilidades ao nível da conservação viária e da segurança rodoviária para que reforcem “as medidas preventivas e eliminar alguns fatores de risco”.

No caso dos troços do IC2 e IC8 em obras, os eleitos pedem que “sejam reforçadas a sinalética e as medidas de prevenção de sinistros”.

Já nos restantes troços do IC2, em particular na ligação entre Leiria e Pombal, cujas obras de requalificação ainda não se concretizaram, a Assembleia da CIMPL exige soluções técnicas adequadas para “minimizar o risco de acidentes”.