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Desporto

Emigrantes leirienses querem Cristiano Ronaldo em Nova Iorque

Grupo de escola portuguesa em Nova Jérsia defende a presença de um português no Museu Madame Tussauds, em Nova Iorque. Iniciativa junta mais de cinco mil pessoas

Foi com alguma tristeza que Raquel Rosa, professora formada na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria, visitou o Museu Madame Tussauds em Nova Iorque e não encontrou Cristiano Ronaldo entre as figuras de cera expostas.
“Deve pedir, se houver muitas pessoas a pedir eles põem a figura”, explicou-lhe uma funcionária quando perguntou o motivo da ausência do “golden boy”.

Raquel Rosa, ao centro, e Daniel Guarda, à direita, têm ligações a Leiria e desejam ver o jogador no Museu Madame Tussauds

“Vim para casa e confesso que aquilo não me saiu da cabeça. Se nós pedirmos eles põem? Então vamos pedir”, conta Raquel Rosa, que há 11 anos dá aulas na Escola Lusitânia Clube Português em Long Branch, estado de Nova Jérsia. Mobilizou cerca de 40 alunos luso-descen­dentes que iniciaram uma petição, criaram uma página no Facebook (Cristiano Ronaldo at Madame Tussauds in NY city) e um vídeo no Youtube (CR7 in New York City).

“Gostava de ver o Cristiano Ronaldo no Madame Tussauds porque é a figura de Portugal”, afirma Daniel Guarda, com a camisola número 7 da seleção nacional vestida. Nascido nos Estados Unidos, é filho de leirienses. Tem família em Souto da Carpalhosa e Boa Vista, Leiria, e costuma passar férias por cá. É um dos sete estudantes que mais promove a campanha.

A causa já “angariou” 5.400 apoiantes no Facebook e algumas empresas nacionais aderiram à iniciativa. Entretanto o Museu Madame Tussauds foi contactado e deverá enviar uma resposta em breve ao grupo.

Leia o artigo na integra na edição de 14 de fevereiro ou adquira online aqui.

Marina Guerra
marina.guerra@regiaodeleiria.pt