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Casas de São Pedro de Moel são as mais desejadas para recuperar e acolher projetos turísticos

A Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro integram o Fundo Revive Natureza que tem por objetivo a recuperação de imóveis devolutos para fins turísticos.

imagem do chalet de são pedro de moel

O Governo recebeu 45 propostas para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis no âmbito do projeto Revive Natureza, e a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel, foram os que registaram o maior número de interessados.

A fase de apresentação de candidaturas decorreu de 22 de junho a 19 de novembro passado.

“Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis, lançados a 22 de junho de 2021, o âmbito do programa Revive Natureza, encerraram a fase para apresentação de candidaturas no passado dia 19 de novembro, tendo sido rececionadas 45 propostas”, refere o Ministério da Economia e Transição Digital em comunicado.

Além disso, esclarece que foram apresentadas propostas a todos os imóveis, sendo que aqueles que tiveram maior procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel, e o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Ródão.

No caso da Casa do Pinheiro Manso (Leiria), as propostas ascenderam a 17, em relação ao Chalet de S. Pedro (Leiria) totalizaram 12 e, quanto ao Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo (Castelo Branco), somaram oito.

casa do pinheiro manso em são pedro de moel
Casa do Pinheiro Manso, em São Pedro de Moel: Foto: Revive Natureza

Já a antiga sede da Administração Florestal na Figueira da Foz (Coimbra) contou com cinco propostas, a Casa Florestal de Sul (Coimbra) com duas e o Edifício Florestal da Abrigada (Lisboa) com apenas uma proposta.

Inicia-se, agora, o procedimento de análise das propostas, com vista à sua adjudicação, segundo o ministério.

O Programa Revive Natureza é uma iniciativa que tem como objetivos fundamentais recuperar os imóveis, criar emprego local e dinamizar as economias locais, através das redes de oferta e valorização dos produtos endógenos, constituindo-se como mais um instrumento de concretização dos eixos estratégicos da Estratégia de Turismo 2027, nomeadamente a valorização do território nacional.

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