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Espécies recorrem a ultra e infrassons para “verem” o que está longe dos olhos

Seja no mundo do mar, dos morcegos, dos insetos ou dos microvertebrados há espécies que comunicam em frequências longe da capacidade dos ouvidos humanos. Conheça o processo de ecolocação.

Um golfinho emerge à superfície do mar, rodeado de salpicos de água. Não há pessoas nem texto visível na imagem.
Na região é possível avistar golfinhos nas Berlengas ou até na Nazaré FOTO: Foto: Joaquim Dâmaso

Sabia que existem animais que emitem sons impossíveis de captar pelo ouvido humano? O processo chama-se ecolocação e é utilizado maioritariamente por cetáceos e morcegos. “Estes animais emitem sons, ondas sonoras, que batem num objeto, seja no fundo do mar, num navio ou até um cardume de peixes e o som volta para trás”, começa por explicar João Correia, professor da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM), do Politécnico de Leiria.


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