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Sociedade

Falta de comunicações leva Câmara da Batalha a distribuir avisos em papel porta-a-porta

“Ontem [sexta-feira], como não havia comunicação em todo o concelho, fizemos esse papel, distribuição de ‘flyers’ de informação”, explica o presidente da Câmara, André Sousa.

O mosteiro da Batalha também não escapou à força do vento na madrugada de quarta-feira FOTO: CSA

A Câmara da Batalha está a distribuir avisos em papel porta-a-porta à população, dadas as dificuldades de comunicações, disse o presidente do município, que promoveu este sábado uma ação de voluntariado para limpar o concelho.

“Ontem [sexta-feira], como não havia comunicação em todo o concelho, fizemos esse papel, distribuição de ‘flyers’ de informação. Obviamente que não conseguimos chegar ao concelho todo, mas fizemos essa distribuição junto das infraestruturas comerciais e no porta-a-porta”, afirmou André Sousa em declarações à agência Lusa.

Segundo o autarca, as viaturas municipais que circularam pelo território do concelho também tinham panfletos para distribuir.

No “Aviso à população” é possível ler o ponto de situação relativamente aos abastecimentos de água e eletricidade, e da rede móvel e Internet.

Indica ainda o local para banhos quentes, carregamento de telemóvel e acesso a wi-fi, assim como a localização das caixas Multibanco em funcionamento e do local para exercício do voto antecipado em mobilidade.

“Hoje, já há parte do concelho com infraestruturas [de telecomunicações] móveis, no entanto vamos continuar a fazer [a distribuição dos avisos], sobretudo na freguesia do Reguengo do Fetal e na freguesia de São Mamede, onde ainda não há tanta iluminação e não há tantas infraestruturas básicas de telecomunicações e, sobretudo, na população mais idosa”, adiantou o autarca.

Também hoje decorreu no concelho uma ação de voluntariado, para ações de limpeza em ruas e caminhos, corte e remoção de árvores, limpeza de valas e sarjetas, e arranjos de telhados de habitações danificadas.

A outros voluntários também foi solicitado para ajudarem “na sua rua, junto dos seus vizinhos, de forma organizada e segura. Ajudar o vizinho, sobretudo o idoso, a ver se precisa de água, de comida, de apoio médico”, exemplificou o presidente do município.

“Pedimos, sobretudo, que tenham segurança a trabalhar. Não vamos subir a telhados se não temos experiência”, referiu o autarca, apelando para não se tocar em cabos elétricos no chão, assim como manter a distância mínima de 25 metros destes, e não realizar este trabalho sozinho.


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