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Figueiró dos Vinhos

Figueiró dos Vinhos espera ter energia elétrica e comunicações até final do dia

O concelho está “isolado e paralisado”, com o comércio praticamente todo fechado e as escolas sem funcionar.

A energia elétrica e as comunicações no concelho de Figueiró dos Vinhos poderão ser repostas parcialmente até ao final do dia, disse à agência Lusa o presidente da Câmara.

“A E-Redes deu-me [esta manhã] a indicação de que estão a proceder a reparações e à instalação de geradores, que poderão já resolver uma parte substancial dos problemas”, disse Carlos Lopes.

O autarca, que falava no quartel dos bombeiros voluntários, centro de operações, com acesso a energia fornecida por gerador e comunicações via satélite, disse também ter a garantia da E-Redes de que vão ser fornecidos três geradores para alimentar as redes móveis, que são inexistentes.

Sem energia e comunicações desde a madrugada de quarta-feira, devido à passagem da depressão Kristin, o concelho de Figueiró dos Vinhos está “isolado e paralisado”, com o comércio praticamente todo fechado e as escolas sem funcionar.

à falta de energia está a causar também constrangimentos no abastecimento de água ao domicílio, com algumas localidades já privadas deste bem essencial.

“Estamos a lutar contra o tempo, porque daqui a poucas horas o concelho fica sem água se a energia não for reposta”.

Os pedidos de ajuda à Câmara Municipal não param de chegar, sobretudo de pessoas com infiltrações de água nas suas habitações.

“A Câmara está a investir muito em plástico para ajudar a mitigar os problemas em determinadas situações, mas os nossos meios são escassos e insuficientes”, frisou Carlos Lopes.

Segundo o autarca, cerca de 120 agregados familiares sofreram estragos nos telhados das suas habitações, o que poderá levar a autarquia a proceder a realojamentos, o que está a ser avaliado.

No quartel dos bombeiros estão também a ser instaladas pessoas com necessidade de oxigénio, que não o podem fazer em casa por falta de energia.

A depressão Kristin deixou um rasto de destruição do concelho, com milhares de árvores caídas, muros e vedações destruídas, deslizamento de terras e taludes e estragos no agrupamento de escolas e sinalização vertical.

Ainda sem o levantamento exaustivo dos estragos, o presidente da autarquia de Figueiró dos Vinhos estima que exista “centenas de milhares de euros de prejuízo” entre privado e público.


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