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Cultura

Guia de exposições na região de Leiria

Consulte aqui algumas das exposições patentes no distrito de Leiria e concelho de Ourém.

Luiz Pacheco em destaque nas Caldas da Rainha

Novas e atividades

Luiz Pacheco passeia por todo o país (1925-2025). A exposição itinerante que homenageia Luiz Pacheco, por ocasião do centenário do nascimento do escritor e editor português, é inaugurada na galeria do Posto de Turismo das Caldas da Rainha no dia 8 de janeiro (17h). Nesse mesmo dia, à noite (21h), no Café Central, também nas Caldas da Rainha, acontece a tertúlia “Maravilhas & Maravalhas das ‘Caldas Sur-Merdre’ nos ‘cemzes’ de Luiz Pacheco”, com leituras encenadas e conversa sobre o autor e o seu legado. A exposição tem curadoria de Rui Sousa e Ana da Silva e pode ser visitada de segunda a sexta-feira (9h-13h e 14h-17h), até 6 de fevereiro.

Cores do Tempo. Na Casa Amarela da Maceira está patente pintura de Joaquim Bernardo, um artista que, segundo a organização da exposição “nos mostra que estamos sempre a tempo de aprender e surpreender”. A inauguração é no dia 3 de janeiro, às 15 horas, e fica até ao fim do mês.

Uma das imagens da exposição “GOD Publishing”

GOD Publishing. Coletiva de fotografia com trabalhos de autores participantes nas edições da GOD Publishing, patente na Galeria de Arte da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, de 10 de janeiro (inaugura às 15 horas) a 28 de fevereiro. Participam os fotógrafos Ana Gouveia, António Jara, Cristina Nobre dos Santos, Isabel Catalão, João Lelo, José Caetano, José Godinho, José Valverde, José Venâncio, Luís Gonzalez, Manuela Fazendeiro, Manuela Louro, Marina Ribeiro, Mário Rui Gouveia, Miguel Machado, Pedro Bernardes, Rui Santos e Tiago Ribeiro de Carvalho.

Contranatura. A dualidade entre noite e dia, entre o riso e o choro, entre o isolamento e a comunidade na galeria do Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, que recebe obras de Sebastião Casanova e Bartolomeu de Gusmão. O diálogo que emerge procura sublinhar a singularidade de cada artista, sem contudo esquecer esse lugar quotidiano de encontro: Caldas da Rainha. Abre no sábado, dia 10 (17h), e fica até 29 de março.

Avessos. Ana Luísa Braga Cunha leva à galeria da livraria Arquivo a instalação/exposição com registos realizados entre 2020 e 2025, que expressam a premissa de que “o inferno são os outros mas o céu também”, reflexão de Adília Lopes a partir da frase de Jean-Paul Sartre “O Inferno são os outros”. Inaugura no sábado, dia 10 (18h), e fica até 31 de janeiro.

No fio da respiração. Marinela Fazendeiro mostra pintura na Galeria Jorge Martins, no Sport Operário Marinhense, na Marinha Grande. Inaugura no sábado, dia 10, e fica até 8 de março.

Prosseguem

Mostra Coletiva – Curso Técnico de Pintura Cerâmica. Os alunos do Cencal – Centro de Formação Profissional para a Indústria de Cerâmica mostram no Armazém das Artes, em Alcobaça, o resultado de meses de aprendizagem técnica e artística, em peças nascidas da criatividade, rigor e diferentes abordagens, do tradicional ao contemporâneo (entrada: 2 euros).

José Paulo Ferro expõe na Quattro, em Leiria

As nuvens são como sofás. José Paulo Ferro expõe na galeria Quattro, em Leiria, até 6 de janeiro.

FOTO: Fernando Rodrigues
O figurado de Tiago Cabeça vem de Arraiolos até à galeria da Biblioteca Municipal de Leiria

Porcarias. Caricaturas em terracota da autoria de Tiago Cabeça, a descobrir na galeria da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria.  O artista desenvolve a sua atividade artística de expressão figurada no barro no seu atelier de Arraiolos, distrito de Évora, à qual se dedica em exclusividade há três décadas. Até 6 de janeiro.

Ou vai ou racha. Coletiva de Natal da livraria Arquivo, em Leiria, com uma seleção de obras de 40 artistas, entre pinturas, ilustrações ou peças de cerâmica, até dia 6 de janeiro.

Vivemos todos sob o mesmo céu. Maria Kowalski expõe na Biblioteca do Campus 3 do Politécnico de Leiria, na Escola Superior de Artes e Design, das Caldas da Rainha. Até 9 de janeiro.

Entre o olhar e ver. Serafim Assunção e Costa transforma Leiria em poesia visual através da pintura. No foyer do Teatro José Lúcio da Silva, até 11 de janeiro.

Tempo de manteiga. Neuza Matias expõe em Leiria no Atlas um conjunto de obras mais recentes e também trabalhos em pastel e gravuras criados especialmente para o espaço da rua Direita. Até 16 de janeiro, no horário de funcionamento do Atlas.

FOTO: m|i|mo
“L’art en scène” no m|i|mo até ao início do próximo ano

L’art en scène. Seleção de fotografias da francesa Estelle Valente, produzidas entre 2015 e 2024, no contexto das artes performativas. No m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, em Leiria, até 25 de janeiro, revela-se o universo de encenadores como Marco Martins, Beatriz Batarda, Sandra Faleiro, Ricardo Neves Neves, de companhias de teatro como Formiga Atómica ou Teatro Praga e de coreógrafos como Victor Hugo Pontes, Clara Andermatt ou Olga Roriz.

Miguel Cardinho expõe no Museu Barata Feyo, nas Caldas da Rainha

Evolutionis Homo Recolectus. No Museu Barata Feyo – Centro de Artes das Caldas da Rainha, Miguel Cardinho, mestre em Design de Produto pela ESAD.CR, apresenta um reflexo do trabalho realizado durante oito anos nas Caldas da Rainha, que se materializa na recolha de objetos e materiais, num percurso de definição de uma identidade visual. Até 25 de janeiro.

Arte na 1ª Pessoa. Projeto de inclusão desenvolvido com a Cercipom, num conceito mais amplo de expressão artística individual e inclusiva, com obras sobre artistas que usam as suas experiências pessoais para cria-las. Os artistas representam o seu “eu” e as suas histórias sob a forma de peças cerâmicas e fotográficas. Na Casa Varela, em Pombal, até 30 de janeiro.

FOTO: CML
A exposição “Sonho manifesto!” ocupa as várias salas da Villa Portela

Sonho Manifesto! Em Leiria, todas as árvores são pinheiros. Na abertura do Centro de Artes Villa Portela, juntam-se obras de 21 artistas, como Alberto Carneiro, Álvaro Lapa, Ana Vieira, Ana Hatherly, Ângelo Sousa, Armanda Duarte, Claire de Santa Coloma, Fernando Calhau, Francisco Tropa, Gabriela Albergaria, Imi Knoebel, Jimmi Durham, João Onobre, João Tabarra, Maria Helena Vieira da Silva, Michel Biberstein, Pedro Cabrita Reis, Peter Zimmermann, Projecto Teatral, Sandra Cinto e Tiago Baptista. A curadoria é de Rita Gaspar Vieira e Sandra Vieira Jürgens. Patente até 31 de janeiro e visitável todos os dias: em setembro no horário 10-18 horas, a partir de outubro, das 9h30 às 18 horas.

“Passagem de testemunho” no Núcleo de Arte Contemporânea da Marinha Grande

Passagem de testemunho. Obras de 13 artistas no Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro da Marinha Grande, numa exposição sobre a importância da continuidade e da transmissão de saberes na arte vidreira. Os artistas participantes são Alfredo Poeiras, Arlindo Francisco, Cláudio Duarte, Eduardo Fróis, Fernando Esperança, Joana Silva, José Nascimento, Júlio de Jesus, Nélson Figueiredo, Noel Francisco, Olinda Colaço, Rita Barata, Sandro Matias e Joana Silva, que assume a curadoria. Até 31 de janeiro.

FOTO: CMMG
“Percursos de Floresta” no Museu Joaquim Correia

Percursos de Floresta. O Museu Joaquim Correia exibe uma exposição da autoria de João Correia, que reúne quarenta obras realizadas entre 1985 e 2025, explorando diferentes caminhos e abordagens ao tema, através de múltiplas linguagens artísticas. Estruturada em três momentos, a exposição reparte-se por Floresta Imaginada, Floresta Mitológica e Floresta Real, com particular atenção ao Pinhal do Rei. Até 6 de fevereiro.

From Time to Time(lapse) – De Tempo a (lapso de)Tempo. Aguarelas de Rahul Onkon, nome artístico de Rahul Chakraborty, artista natural dos subúrbios de Calcutá, na Índia, atualmente a residir em Caldas da Rainha, para ver na associação Rabeca, em Ferrel, no concelho de Peniche. Até 7 de fevereiro.

Memórias do azeite. Porque o azeite é mais do que um alimento – é memória, cultura e identidade -, convida-se a redescobrir o passado através da oliveira, das práticas tradicionais e das histórias que atravessam gerações no Centro Interpretativo das Atividades de Natureza do PNSAC, em Alvados, Porto de Mós, até 8 de fevereiro.

Melroeiro. André Ladeira é o primeiro artista a expor na nova Galeria Albardeira, novo espaço dedicado à arte contemporânea em Ourém. Nesta exposição de estreia, revela-se o trabalho de um artista oureense, natural da Melroeira. Num regresso às referências populares e visuais que moldam o seu imaginário – onde o estranho e o familiar se cruzam – André Ladeira reúne um conjunto de obras produzidas entre 2020 e 2025. São sobretudo esculturas em tecido, vidro ou madeira, mas também há duas peças de usam o som como matéria ou elemento escultórico. Na sede da associação Albardeira, abrindo nos dias 27 de dezembro, 17 e 31 de janeiro e 14 de fevereiro (das 15 às 18 horas). Até 14 de fevereiro de 2026.

FOTO: Coyote Vadio
Marionetas de “FELP” no Armazém das Artes, em Alcobça

FELP – Pelo sim pelo não. A exposição das marionetas criadas pela S.A.Marionetas para a série “FELP” está no Armazém das Artes, em Alcobaça, numa oportunidade única para descobrir de perto o universo criativo que deu vida a este projeto tão original. Até 15 de fevereiro.

O amor nas produções da S.A. Marionetas. Marionetas, estruturas e cenografia das diversas produções da companhia de Alcobaça que abordam a temática do amor. No Armazém das Artes, em Alcobaça, um convite a conhecer como a arte das marionetas dá vida e emoção a estas histórias. Até 15 de fevereiro.

Armazém das Artes recebe a exposição “Teatro D. Roberto: o Marquês de Pombal e os Jesuitas – Processo”

Teatro D. Roberto: o Marquês de Pombal e os Jesuitas – Processo. O trabalho de recuperação do título do novo espetáculo de Dom Roberto pela companhia S.A. Marionetas foi documento em fotografia e vídeo por Rodrigo Moreira e Joana Borges e dá origem a uma exposição no Armazém das Artes, em Alcobaça. A exposição fica até 15 de fevereiro.

Quantum: A origem – O processo. No Armazém das Artes, em Alcobaça, revela-se o processo de criação e construção do mais recente espetáculo da S.A. Marionetas. Nesta exposição, ilustra-se o processo de investigação desenvolvido com os alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico do Agrupamento de Escolas de Cister e com a equipa do Centro de Ciência Viva da Universidade de Coimbra. Até 15 de fevereiro.

Uma das obras de “Um Silabário por Reconstruir III” em Óbidos

Um Silabário por Reconstruir III. A galeria NovaOgiva, em Óbidos, recebe cerca de 120 obras de 80 artistas das coleções do Estado, Caixa Geral de Depósitos e António Cachola. Em foco, está o trabalho dos artistas Alice dos Reis, Andreia Santana, Bruno Zhu, Cristina Ataíde, Daniela Krtsch, Dayana Lucas, Eduardo Batarda, Fernão Cruz, Francisco Tropa, João Penalva, Jorge Molder, José Pedro Croft, Luísa Cunha, Mané Pacheco e Noé Sendas. Até 15 de fevereiro.

Ryuichi Sakamoto – Ourives do som e do silêncio. O compositor e músico japonês Ryuchi Sakamoto (1952–2023) está em destaque no derradeiro momento do ciclo Capítulo, promovido pelo Museu de Leiria e Omnichord. Um dos mais influentes criadores da música contemporânea é homenageado por uma obra do artista visual Paulo Fuentez, que apresenta uma capa de disco inspirada no espírito de Sakamoto, a descobrir até 22 de fevereiro.

FOTO: Fernando Rodrigues
A Fundação de Serralves mostra obras de João Paulo Feliciano na Villa Portela

Subir ao palco/Back home. A segunda exposição em destaque no Centro de Artes Villa Portela é dedicada à obra de João Paulo Feliciano. A partir de obras da coleção de Serralves e do próprio artista natural das Caldas da Rainha, apresenta-se uma reflexão sobre o regresso, a memória e o papel do artista como intérprete do seu tempo. Até 28 de fevereiro.

Natureza Persiste. Pintura de Sayonara Brasil no Castelo de Porto de Mós. Até 28 de fevereiro.

Datas vividas. Fotografias de efemérides que marcaram o Mosteiro da Batalha ao longo dos tempos, registadas por José Luís Jorge. Em espaços anexos ao Claustro D. Afonso V do Mosteiro, apresentam-se imagens relativas à Escola de Canteiros, que funcionou no monumento. O projeto desenvolve-se em regime de rotatividade, prevendo, ao longo dos próximos meses, mostrar várias atividades relevantes ocorridas no Mosteiro da Batalha.

Zé Povinho está em destaque em duas exposições no Museu de Arte Popular Portuguesa, em Pombal

Zé Povinho: 150 anos de povo e expressão + Zé Povinho à nossa maneira. O Museu de Arte Popular Portuguesa – Capela da Misericórdia e Celeiro do Marquês, em Pombal, recebe duas exposições dedicadas ao Zé Povinho, da autoria dos ceramistas Fernando Miguel e Alberto Miguel e dos alunos do Agrupamento de Escolas Gualdim Pais. As exposições celebram 150 anos da criação da personagem satírica. Até 28 de fevereiro.

Batalha Real. António Cassiano Santos apresenta em Alcobaça, no Armazém das Artes, uma reinterpretação visual da Batalha de Aljubarrota, quando se celebram 640 anos desse momento incontornável da história de Portugal. Entrada: 2 euros. Até 1 de março.

FOTO: CML
“CreSer” na galeria do Mercado de Santana, em Leiria

Em vez do medo… CreSer. Projeto coletivo desenvolvido por alunos de Leiria no âmbito do programa expositivo do Plano Nacional das Artes, do Município de Leiria e das Escolas, patente no Staylab – Galeria Manuel Artur Santos, no Mercado de Santana, em Leiria. Com pintura, escultura, fotografia, instalação e vídeo, por Guilherme Cardoso, Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, Escola Secundária Domingos Sequeira e Escola Profissional de Leiria. Até 6 de março.

O milagre de Nossa Senhora da Nazaré. Uma interpretação artística singular no Milagre de Nossa Senhora da Nazaré é apresentada no Sítio da Nazaré. Um conjunto de painéis de madeira em alto-relevo, da autoria de Alberto Constantino, ficam patentes no Salão Nobre do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré até 8 de março.

Banco das Artes Galeria recebe “Territórios sonoros, O gesto do som”

Territórios sonoros, O gesto do som. O artista leiriense João Sobreira apresenta no ProjectRoom do Banco das Artes Galeria uma experiência visual e sensorial onde a pintura dialoga com a música e o movimento. Nesta criação, a cor transforma-se em ritmo, o som ganha corpo e o olhar do visitante é desafiado a “ouvir” a pintura e a sentir a energia que vibra nas telas. O resultado revela uma tapeçaria de cores e gestos, que convidam o público a mergulhar em atmosferas emocionais e memórias evocadas pelo som e pela cor. Com curadoria de José Quaresma, fica até 15 de março.

FOTO: CMO
O Museu Nacional do Traje conta em Ourém cem anos da história do vestuário em Portugal

Do Romantismo à Modernidade – A moda em Portugal de 1850 a 1950. Cem anos da história da moda estão em destaque no Museu Municipal de Ourém, nesta exposição que surge da colaboração com o Museu Nacional do Traje. É uma história em que o vestuário transcende a função prática e torna-se numa poderosa manifestação de identidade, poder e criatividade. Em Ourém, mostram-se trajes e aborda-se o gosto estético e inovações têxteis que refletem as mudanças sociais, económicas, culturais e artísticas de uma Europa em constante transformação. Até 22 de março.

Na Marinha Grande, o Museu do Vidro recorda o percurso da Santos Barosa

Santos Barosa. 135 anos de história. Fundada em 1889, a Santos Barosa é a mais antiga empresa privada da Marinha Grande e o Museu do Vidro celebra a sua trajetória através de imagens, objetos e documentos que ilustram a história, modernização, produção e impacto social da fábrica ao longo dos anos. Até 29 de março.

30 anos – Peças com história. A Arfai Ceramics, fundada em 1995 em Aljubarrota, soma três décadas de criação, inovação e qualidade na cerâmica portuguesa. São 30 anos de peças com história celebrados com uma exposição no Museu do Vinho de Alcobaça. Até 29 de março.

FOTO: Fernando Rodrigues
Jorge Bacelar expõe fotografia no m|i|mo

A luz do meu lugar. Fotografia de Jorge Bacelar no m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, de Leiria, comemorando os 29 anos do museu. Veterinário e exímio fotógrafo, o autor destas imagens retrata, de uma forma muito emotiva e singular, o mundo rural que o rodeia. São fotografias que saem de um local específico de Portugal para emocionar o mundo com um olhar atento e intimista. Até 26 de abril.

FOTO: CMCR
“Bordalo na Biblioteca” nas Caldas da Rainha

Bordalo na Biblioteca. Conjunto documental composto por publicações periódicas, desenhos, caricaturas, publicidades, bilhetes postais ilustrados e almanaques, pertencentes ao espólio da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, com destaque para inúmeras peças dedicadas a Zé Povinho, personagem icónica de Rafael Bordalo Pinheiro. Integrada no Salão Bordallo 2025, a iniciativa assinala os 150 anos da criação do Zé Povinho, figura publicada pela primeira vez no jornal Lanterna Mágica, a 14 de junho de 1875. Até 28 de março.

No Banco das Artes Galeria é possível ver obras de 50 artistas, selecionadas da coleção da Fundação PLMJ

Um olhar itinerante. Obras da coleção da Fundação PLMJ no Banco das Artes Galeria, em Leiria, com obras de autores de vários autores de diversas gerações. Com curadoria de João Silvério, é possível visitar peças de 50 artistas, como Patrícia Almeida, Joana Vasconcelos, Ana Vidigal, Miguel Palma, Beatriz Neto, Nuno Sousa Vieira, Tiago Baptista, Rita Gaspar Vieira ou Nú Barreto. Patente até dia 5 de abril.

No Museu Escolar recorda-se a contestação e atividade política no antigo Liceu de Leiria

Movimento estudantil no pós-25 de Abril no Liceu Nacional de Leiria. No Museu Escolar, nos Marrazes, Leiria, recorda-se a efervescência política no antigo Liceu de Leiria, atual Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, no período posterior à Revolução dos Cravos. Um exercício feito a partir do espólio recolhido por Maria José Costa e Margarida Cabrita Franco, trabalhado por alunos do 9ª da Escola EB 2/3 de Marrazes. Até 30 de abril.

Marionetas fora de cena. O percurso criativo de José Carlos Barros está em evidência no Museu do Bombarral, onde é possível conhecer parte da obra com que o próprio artista e marionetista marcou o teatro de marionetas português. Até 7 de junho.

O Museu de Leiria apresenta a vida e obra de Adriano de Sousa Lopes

Adriano de Sousa Lopes (1879-1944) – O pintor-poeta. A obra e o percurso criativo do artista natural de Leiria está em destaque na nova exposição do Museu de Leiria. O artista leiriense foi pintor, gravador, ilustrador e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea e esteve como oficial-artista na frente de batalha com o exército português na I Guerra Mundial. Até 31 de dezembro.

“Refúgio e Caminho” está na Basílica da Santíssima Trindade, no Santuário de Fátima, até outubro de 2027

Refúgio e Caminho. Em 1925, a irmã Lúcia anuncia que teve uma nova visão da Virgem Maria, em Pontevedra. Todos os acontecimentos posteriores estão relatados na nova exposição do Santuário de Fátima, que apresenta um conjunto de objetos inéditos da irmã Lúcia, nunca exibidos ao público, e também duas pinturas classificadas como Tesouro Nacional: “Ecce Homo”, do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, e a “Última Ceia”, do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora. Com entrada gratuita, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, até 15 de outubro de 2027 (todos os dias, à exceção da tarde de 24 de dezembro e dos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro.

Permanentes/Longa duração

O Museu de Leiria convida a descobrir a história do território e também da humanidade

Museu de Leiria. Instalado no antigo convento de Santo Agostinho, do século XV, o museu conta a história do território de Leiria, desde há milhões de anos até ao presente. Em destaque estão os achados da Guimarota, que ajudam a perceber com era a fauna e a flora desde tempos pré-históricos, a Criança do Lapedo e o Abrigo do Lagar Velho, que contribuem para a compreensão da evolução da humanidade, além da memória de Collipo e da presença dos romanos por cá, do Castelo de Leiria e da herança medieval e religiosa, do Pinhal de Leiria e do olhar sobre a produção contemporânea. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

FOTO: CML
Desde 1996 que o m|i|mo se dedica à história do pré-cinema, cinema e fotografia

m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento. “Vizinho” do Castelo de Leiria, o museu preserva e apresenta diversos documentos e tecnologia relacionados com a história técnica e artística do pré-cinema, da fotografia e do cinema. Desde 1996 que o m|i|mo se dedica à recolha, salvaguarda, conservação e inventariação de objetos e técnicas relacionados com as imagens em movimento. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

A pedra está em destaque no Museu da Comunidade Concelhia da Batalha

Museu da Comunidade Concelhia da Batalha. “A Pedra e a Batalha: da matéria à vida” percorre a geologia, a história, a arte e a economia do território, numa verdadeira viagem através da pedra calcária, particularmente a do Maciço Calcário Estremenho, que está presente em vários aspectos da nossa vida (até nas pastas de dentes). A pedra e a cantaria têm sido uma fonte importante de desenvolvimento para a comunidade da Batalha e uma presença no dia a dia, ajudando à construção da sua história, da sua cultura e da sua atividade. O museu abre de quarta a quinta, nos seguintes horários: inverno (1 de outubro a 31 de março), das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas; verão (1 de abril a 30 de setembro), das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

A Câmara das Maravilhas – O gabinete encantado de José Aurélio. No Armazém das Artes está em permanência – e com entrada livre – uma exposição que remete para os Gabinetes de Curiosidades ou Câmara das Maravilhas em voga nos séculos XVI e XVII. Ali se reuniam, numa vitrine, objetos raros, artefactos insólitos, relíquias naturais e invenções humanas. Com curadoria de Alberto Guerreiro, em Alcobaça revelam-se peças da coleção do escultor José Aurélio: são objetos naturais, artefactos artísticos e peças singulares, selecionados entre a experimentação criativa e o colecionismo pessoal. “Espécimes que revelavam um mundo ainda por compreender, numa dança entre superstição, ciência, religião e arte. Um expositor de luz sobre as trevas”, lê-se na nota de apresentação.

Fragmentos da Memória e do Tempo. O Espaço Arqueológico José Costa dos Santos, no Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande, procura divulgar a história do território, valorizando o património arqueológico do concelho e homenageando o arqueólogo José Costa dos Santos. Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira (9h-13h e 14h-17h).

peças de vidro em exibição no museu do vidro da Marinha Grande
Museu do Vidro cruza a tradição e a contemporaneidade

Museu do Vidro. No Palácio Stephens, na Marinha Grande, uma exposição dedicada às artes decorativas do vidro, bem como à tecnologia da produção de vidro utilitário, decorativo e científico, numa área expositiva que reflete a evolução da indústria vidreira em Portugal. De terça a domingo (10h13h e 14h-18h).

Edifício do Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro da Marinha Grande
FOTO: Turismo Centro de Portugal
Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro da Marinha Grande

Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro. No segundo piso do espaço cultural da Marinha Grande está patente um conjunto de obras que representam cerca de 25 anos de vidro de expressão plástica contemporânea realizado em Portugal, bem como uma seleção de obras em vidro de artistas internacionais que foram sendo adquiridas ou doadas para a coleção do museu. A visitar de quarta a sábado (10h-13h e 14h-16h), com entrada gratuita.

Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande

Orfeu. No Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande, pelo rés-do-chão e pelo 1º piso do palácio e por
um pavilhão, descobre-se a estatuária de média e grande dimensão da autoria de Joaquim Correia. Aberto de quarta a sábado (10h-13h e 14h-17h).

Museu Marquês de Pombal, em Pombal

Museu Marquês de Pombal. Instalado desde 2004 num edifício pombalino, a Cadeia Velha, na Praça Marquês de Pombal, o museu monográfico conta com um núcleo bibliográfico composto por livros da época, sendo o mais antigo de 1717. O espólio permite uma leitura da história nacional e local do século XVIII e da vida do Marquês de Pombal como figura central da vida política portuguesa dessa época. Funciona de terça-feira a domingo (10h – 13h e 14h-18h).


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