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Sp. Braga vence Benfica e está na final da Taça da Liga

A final, no próximo sábado, dia 10, será disputada por duas equipas do norte, Vitória SC e Sp. Braga. O encontro tem início às 20 horas.

O Sporting de Braga garantiu hoje o ‘passaporte’ para a sua sexta final da Taça da Liga/Allianz Cup de futebol, após eliminar o Benfica, 3-1, na qual jogará diante do rival Vitória de Guimarães num inédito duelo minhoto por um título.

No Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, Pau Víctor e Zalazar adiantaram os bracarenses, aos 19 e aos 33 minutos, respetivamente, Pavlidis reduziu de penálti, aos 64, mas Lagerbielke, aos 81, sentenciou o encontro e impôs a primeira derrota nas competições nacionais ao Benfica na presente época.

Na final, agendada para sábado, novamente em Leiria, o conjunto de Carlos Vicens vai tentar conquistar a Taça da Liga pela quarta vez na história do clube, defrontando o rival Vitória de Guimarães, que eliminou o Sporting, 2-1, e procura entrar no lote de vencedores do mais novo troféu do futebol português profissional.

Os ‘encarnados’, com apenas uma mudança – o norueguês Fredrick Aursnes entrou para o lugar do argentino Prestianni –, iniciaram o jogo a pressionar em zonas avançadas e a querer controlar desde cedo. Já os minhotos, com quatro alterações relativamente à última equipa titular, tentaram conter o ímpeto inicial da formação comandada por José Mourinho.

E bastaram cinco minutos para o grego Pavlidis surgir sem oposição na pequena área e beneficiar da primeira grande oportunidade do encontro, após uma boa combinação à direita do ataque, sendo que, na recarga, Sudakov também não conseguiu bater Lukas Hornicek, que se mostrou seguro entre os postes e travou os dois remates.

Volvidos menos de cinco minutos, João Pinheiro ainda assinalou uma grande penalidade a castigar uma falta de Otamendi sobre Rodrigo Zalazar, mas, alertado pelo videoárbitro, acabaria por reverter a decisão, assinalando um livre à entrada da área, de que resultou um remate do uruguaio contra a barreira.

Quem não perdoou foi Pau Víctor, que, aos 19 minutos, e na primeira ocasião que dispôs, antecipou-se a Tomás Araújo e adiantou a equipa de Carlos Vicens, coroando da melhor forma uma incursão do ‘endiabrado’ Zalazar à direita do ataque.

A vantagem serenou o ritmo a favor dos minhotos, que assumiram o controlo do jogo e ainda viram Aursnes disparar bem por cima, antes de voltarem a ser mortíferos em zona de finalização.

Aos 33 minutos, e confirmando o estatuto de melhor marcador do Sporting de Braga na presente temporada, Zalazar arrancou imparável, ainda antes do meio-campo, superando as oposições de Sudakov e Otamendi, para chegar à área ‘encarnada’ e, com um ‘tiro’ fulminante, na ‘cara’ de Trubin, reforçar a vantagem dos bracarenses.

Ainda que fosse o Benfica a ter de correr atrás do prejuízo, acabou por pertencer ao Sporting de Braga nova oportunidade de golo, mas o ‘tiro’ de Ricardo Horta, já em tempo de compensação, saiu à malha lateral.

Ao intervalo, José Mourinho tentou inverter o rumo dos acontecimentos, com Prestianni a substituir Manu Silva e a levar Aursnes para zonas interiores, mas a reação da equipa surgiu sempre de forma ‘tímida’ e sem assustar a baliza de Hornicek. O mesmo, de resto, não poderá dizer Trubin, que teve de aplicar-se para impedir o ‘bis’ de Pau Víctor, aos 52.

Tudo parecia ter mudado 12 minutos depois, com Pavlidis, o ‘artilheiro’ do Benfica na temporada em curso, a converter com sucesso uma grande penalidade que castigou uma falta de Paulo Oliveira sobre si próprio e a relançar a incerteza no marcador.

O Sporting de Braga respondeu de imediato, com Tomás Araújo a salvar, já em cima da linha, um golo praticamente certo de Fran Navarro, que antecedeu um forte remate de Richard Ríos, o último lance de maior perigo dos ‘encarnados’.

Já na reta final, José Mourinho, de regresso a um estádio onde deu os primeiros passos na carreira, arriscou e abdicou de Aursnes para lançar Franjo Ivanovic na frente, mas o avançado nem tempo teve para tentar a sorte e já Gustaf Lagerbielke sentenciava o encontro, aproveitando uma sobra a uma defesa incompleta de Trubin, que ainda viu a linha defensiva ficar reduzida a três elementos após a expulsão do capitão Otamendi por acumulação de amarelos.

Com este resultado, o Sporting de Braga vingou a derrota sofrida perante o Benfica na mesma fase da prova da edição 2024/25, por 0-3, marcando encontro com o rival Vitória de Guimarães na grande final, a primeira de sempre entre os dois emblemas do Minho.

Os bracarenses, que conquistaram o troféu em 2012/2013, 2019/2020 e 2023/2024, garantiram pela sexta vez a presença na final.

Os dois técnicos disputam pela primeira vez a final four, numa edição em que conseguem lugar na final.


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