Novas e atividades
A Batalha não é bem assim. Kasper Andersen, alter ego do artista plástico Bruno Gaspar, mostra uma perspetiva original e bem disposta sobre o concelho da Batalha. Na Galeria do Posto de Turismo da Batalha é possível descobrir um olhar irreverente, partindo de lugares que foram importantes ao longo do percurso de vida do artista: espaços reais transformam-se em cenários inesperados, onde a memória pessoal, o humor e o absurdo convivem naturalmente. São ilustrações cómicas e até surreais, que provocam o espectador. A descobrir até 31 de março.

[Inter]Valo – Contemplar o Avesso. A partir de imagens médicas indiretas, produzidas a partir de amostras biológicas do corpo – fragmentos orgânicos, fotografias microscópicas e suas projeções sobre o corpo, Sandra Francisco propõe propõe num ensaio fotográfico na livraria Arquivo, em Leiria, uma cura simbólica. O convite é para contemplar o próprio avesso, através da descontextualização e reinterpretação de imagens médicas, prescritas como terapêutica estética e caminho poético para recuperar a capacidade de ver para além da superfície. Até 6 de março.

Actions. A galeria Quattro, em Leiria, exibe obras de Fernando Aguiar. São sobretudo pinturas da série “Art Actions”, que têm como ponto de partida intervenções realizadas em diversos países e em diferentes contextos, que foram sujeitas a uma metamorfose que passa pelo registo fotográfico da ação performativa, impressão da imagem, fragmentação e recomposição, concluindo o processo com a manipulação digital. Até 27 de março.

Carne da Terra. A Galeria de Exposições do Espaço de Turismo das Caldas da Rainha recebe escultura e instalação de Adesa. São peças concebidas com diferentes materiais naturais, como a cortiça, o vidro, fósseis, cobre, madeira e outros fragmentos da natureza. Segundo a artista, o seu trabalho é “sobre o que não desaparece, mesmo quando tudo à volta muda. O que resiste ao esquecimento”. Até 21 de março.

Emotions. Gèrard Bartist é um artista oriundo de França que reside no concelho de Óbidos. Dedica-se desde criança à música, à pintura, à cerâmica e às artes gráficas. Na associação Rabeca, em Ferrel, Peniche, Bartis expõe uma seleção de mais de 450 pinturas que, em conjunto, formarão uma só. Com a assistência curadorial de Nathalie Bourgogne, para ver até 28 de março.
Prosseguem

Sonho Manifesto! Em Leiria, todas as árvores são pinheiros. Na abertura do Centro de Artes Villa Portela, juntam-se obras de 21 artistas, como Alberto Carneiro, Álvaro Lapa, Ana Vieira, Ana Hatherly, Ângelo Sousa, Armanda Duarte, Claire de Santa Coloma, Fernando Calhau, Francisco Tropa, Gabriela Albergaria, Imi Knoebel, Jimmi Durham, João Onobre, João Tabarra, Maria Helena Vieira da Silva, Michel Biberstein, Pedro Cabrita Reis, Peter Zimmermann, Projecto Teatral, Sandra Cinto e Tiago Baptista. A curadoria é de Rita Gaspar Vieira e Sandra Vieira Jürgens (Visitas suspensas na sequência dos efeitos da depressão Kristin).
Pintar os afetos. O Consolata Museu, em Fátima, recebe uma nova exposição de pintura, elaborada pelo Centro João Paulo II. Até 27 de fevereiro.

Subir ao palco/Back home. A segunda exposição em destaque no Centro de Artes Villa Portela é dedicada à obra de João Paulo Feliciano. A partir de obras da coleção de Serralves e do próprio artista natural das Caldas da Rainha, apresenta-se uma reflexão sobre o regresso, a memória e o papel do artista como intérprete do seu tempo. Até 28 de fevereiro.

GOD Publishing. Coletiva de fotografia com trabalhos de autores participantes nas edições da GOD Publishing, patente na Galeria de Arte da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, até 28 de fevereiro. Participam os fotógrafos Ana Gouveia, António Jara, Cristina Nobre dos Santos, Isabel Catalão, João Lelo, José Caetano, José Godinho, José Valverde, José Venâncio, Luís Gonzalez, Manuela Fazendeiro, Manuela Louro, Marina Ribeiro, Mário Rui Gouveia, Miguel Machado, Pedro Bernardes, Rui Santos e Tiago Ribeiro de Carvalho.
Natureza Persiste. Pintura de Sayonara Brasil no Castelo de Porto de Mós. Até 28 de fevereiro.
As ilhas esquecidas. O café Infuso, em Alcobaça, mostra histórias e fotografias captadas por Missroofless durante um mês nas Ilhas Faroé. Até 28 de fevereiro.
Datas vividas. Fotografias de efemérides que marcaram o Mosteiro da Batalha ao longo dos tempos, registadas por José Luís Jorge. Em espaços anexos ao Claustro D. Afonso V do Mosteiro, apresentam-se imagens relativas à Escola de Canteiros, que funcionou no monumento. O projeto desenvolve-se em regime de rotatividade, prevendo, ao longo dos próximos meses, mostrar várias atividades relevantes ocorridas no Mosteiro da Batalha.

Zé Povinho: 150 anos de povo e expressão + Zé Povinho à nossa maneira. O Museu de Arte Popular Portuguesa – Capela da Misericórdia e Celeiro do Marquês, em Pombal, recebe duas exposições dedicadas ao Zé Povinho, da autoria dos ceramistas Fernando Miguel e Alberto Miguel e dos alunos do Agrupamento de Escolas Gualdim Pais. As exposições celebram 150 anos da criação da personagem satírica. Até 28 de fevereiro.
Batalha Real. António Cassiano Santos apresenta em Alcobaça, no Armazém das Artes, uma reinterpretação visual da Batalha de Aljubarrota, quando se celebram 640 anos desse momento incontornável da história de Portugal. Entrada: 2 euros. Até 1 de março.

Em vez do medo… CreSer. Projeto coletivo desenvolvido por alunos de Leiria no âmbito do programa expositivo do Plano Nacional das Artes, do Município de Leiria e das Escolas, patente no Staylab – Galeria Manuel Artur Santos, no Mercado de Santana, em Leiria. Com pintura, escultura, fotografia, instalação e vídeo, por Guilherme Cardoso, Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, Escola Secundária Domingos Sequeira e Escola Profissional de Leiria. Até 6 de março.
No fio da respiração. Marinela Fazendeiro mostra pintura e vidro na Galeria Jorge Martins, no Sport Operário Marinhense, na Marinha Grande. Até 8 de março.
O milagre de Nossa Senhora da Nazaré. Uma interpretação artística singular no Milagre de Nossa Senhora da Nazaré é apresentada no Sítio da Nazaré. Um conjunto de painéis de madeira em alto-relevo, da autoria de Alberto Constantino, ficam patentes no Salão Nobre do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré até 8 de março.

Territórios sonoros, O gesto do som. O artista leiriense João Sobreira apresenta no ProjectRoom do Banco das Artes Galeria uma experiência visual e sensorial onde a pintura dialoga com a música e o movimento. Nesta criação, a cor transforma-se em ritmo, o som ganha corpo e o olhar do visitante é desafiado a “ouvir” a pintura e a sentir a energia que vibra nas telas. O resultado revela uma tapeçaria de cores e gestos, que convidam o público a mergulhar em atmosferas emocionais e memórias evocadas pelo som e pela cor. Com curadoria de José Quaresma, fica até 15 de março.
Transformações e Tendências Contemporâneas. O Arquivo de Ilustração Portuguesa mostra nas Caldas da Rainha uma exposição que procura delinear uma história da ilustração em Portugal nas últimas décadas, dando a conhecer a diversidade de propostas e criadores. No Espaço da Concas estão 84 obras e mais de 40 artistas. Até dia 15 de março.

Do Romantismo à Modernidade – A moda em Portugal de 1850 a 1950. Cem anos da história da moda estão em destaque no Museu Municipal de Ourém, nesta exposição que surge da colaboração com o Museu Nacional do Traje. É uma história em que o vestuário transcende a função prática e torna-se numa poderosa manifestação de identidade, poder e criatividade. Em Ourém, mostram-se trajes e aborda-se o gosto estético e inovações têxteis que refletem as mudanças sociais, económicas, culturais e artísticas de uma Europa em constante transformação. Até 22 de março.

Bordalo na Biblioteca. Conjunto documental composto por publicações periódicas, desenhos, caricaturas, publicidades, bilhetes postais ilustrados e almanaques, pertencentes ao espólio da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, com destaque para inúmeras peças dedicadas a Zé Povinho, personagem icónica de Rafael Bordalo Pinheiro. Integrada no Salão Bordallo 2025, a iniciativa assinala os 150 anos da criação do Zé Povinho, figura publicada pela primeira vez no jornal Lanterna Mágica, a 14 de junho de 1875. Até 28 de março.
Poem’Arte. Pintura e poesia no Moinho do Papel pelos artistas Olinda Mota e Virgílio Mota. São 12 telas da pintura e 12 poemas do autor, que estabelecem um diálogo entre imagem e palavra. Patente até final de março, a exposição terá um programa de visitas orientadas e oficinas criativas, intituladas “Encontr’Arte”, dinamizadas por Olinda Mota a partir das suas obras, mas também de trabalhos de Matisse, Mondrian ou Picasso. Até 28 de março.

Santos Barosa. 135 anos de história. Fundada em 1889, a Santos Barosa é a mais antiga empresa privada da Marinha Grande e o Museu do Vidro celebra a sua trajetória através de imagens, objetos e documentos que ilustram a história, modernização, produção e impacto social da fábrica ao longo dos anos. Até 29 de março.

Contranatura. A dualidade entre noite e dia, entre o riso e o choro, entre o isolamento e a comunidade na galeria do Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, que recebe obras de Sebastião Casanova e Bartolomeu de Gusmão. O diálogo que emerge procura sublinhar a singularidade de cada artista, sem contudo esquecer esse lugar quotidiano de encontro: Caldas da Rainha. A curadoria é de Óscar Faria. Até 29 de março.
30 anos – Peças com história. A Arfai Ceramics, fundada em 1995 em Aljubarrota, soma três décadas de criação, inovação e qualidade na cerâmica portuguesa. São 30 anos de peças com história celebrados com uma exposição no Museu do Vinho de Alcobaça. Até 29 de março.

Um olhar itinerante. Obras da coleção da Fundação PLMJ no Banco das Artes Galeria, em Leiria, com obras de autores de vários autores de diversas gerações. Com curadoria de João Silvério, é possível visitar peças de 50 artistas, como Patrícia Almeida, Joana Vasconcelos, Ana Vidigal, Miguel Palma, Beatriz Neto, Nuno Sousa Vieira, Tiago Baptista, Rita Gaspar Vieira ou Nú Barreto. Patente até dia 5 de abril.

Insectos em Ordem. Após ter estado na Fábrica da Pólvora de Barcarena e na Casa Andresen – Jardim Botânico do Porto, entre muitos outros espaços, esta exposição bilingue chega à Central das Artes de Porto de Mós, lançando o desafio da descoberta de categorias e tipos de insetos, seguindo percursos dinâmicos e de forma autónoma a partir da escolha de um inseto específico: borboleta, libélula, besouro, gafanhoto, etc. Adaptada a todos os públicos, a exposição é de particular agrado dos mais jovens, que podem aprender de forma lúdica e divertida. Até 10 de abril.

A luz do meu lugar. Fotografia de Jorge Bacelar no m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, de Leiria, comemorando os 29 anos do museu. Veterinário e exímio fotógrafo, o autor destas imagens retrata, de uma forma muito emotiva e singular, o mundo rural que o rodeia. São fotografias que saem de um local específico de Portugal para emocionar o mundo com um olhar atento e intimista. Até 26 de abril.

Movimento estudantil no pós-25 de Abril no Liceu Nacional de Leiria. No Museu Escolar, nos Marrazes, Leiria, recorda-se a efervescência política no antigo Liceu de Leiria, atual Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, no período posterior à Revolução dos Cravos. Um exercício feito a partir do espólio recolhido por Maria José Costa e Margarida Cabrita Franco, trabalhado por alunos do 9ª da Escola EB 2/3 de Marrazes. Até 30 de abril.

Juntar.te no Arrabal. A arte contemporânea continua a circular pelas freguesias do concelho de Leiria no âmbito do projeto Juntar.te, que está no Centro de Artes do Arrabal. Até 3 de maio é possível apreciar obras de Abílio Febra, André Tecedeiro, Hirondino Pedro Duarte, Horário Borralho, José Luís Tinoco, Varatojo, Maria João Franco, Maria Kowalski, Maria Sassetti, Miguel Rondon e Takafumi Kijima, que integram a coleção de arte da Câmara de Leiria.

Rostos com história. Vilma Libana, da Marinha Grande, apresenta no Posto de Turismo de Porto de Mós algumas das suas peças de vidro que resultam da conjugação entre lapidação e gravura, em que explora temáticas como o retrato, cenas religiosas e outras representações de carácter artístico em cálices, taças, jarras e jarrões. A visitar até 17 de maio (encerra à segunda-feira).
Marionetas fora de cena. O percurso criativo de José Carlos Barros está em evidência no Museu do Bombarral, onde é possível conhecer parte da obra com que o próprio artista e marionetista marcou o teatro de marionetas português. Até 7 de junho.

Anjos…De visita à família. O primeiro aniversário da seleção das esculturas de terracota do Mosteiro de Alcobaça pelo Programa Watch da World Monuments Fund é assinalado no Parlatório do Mosteiro com uma exposição que conta com a parceria do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA). Pela primeira vez serão mostradas em Alcobaça duas esculturas de barro cozido, produzidas no monumento e que fazem parte do espólio do MNAA. São dois anjos do antigo Presépio do Mosteiro e um Arcanjo S. Miguel, que se juntam à família de 189 esculturas do acervo do Mosteiro de Alcobaça. Até 11 de junho.

Adriano de Sousa Lopes (1879-1944) – O pintor-poeta. A obra e o percurso criativo do artista natural de Leiria está em destaque na nova exposição do Museu de Leiria. O artista leiriense foi pintor, gravador, ilustrador e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea e esteve como oficial-artista na frente de batalha com o exército português na I Guerra Mundial. Até 31 de dezembro.

Refúgio e Caminho. Em 1925, a irmã Lúcia anuncia que teve uma nova visão da Virgem Maria, em Pontevedra. Todos os acontecimentos posteriores estão relatados na nova exposição do Santuário de Fátima, que apresenta um conjunto de objetos inéditos da irmã Lúcia, nunca exibidos ao público, e também duas pinturas classificadas como Tesouro Nacional: “Ecce Homo”, do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, e a “Última Ceia”, do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora. Com entrada gratuita, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, até 15 de outubro de 2027 (todos os dias, à exceção da tarde de 24 de dezembro e dos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro).
Permanentes/Longa duração

Museu de Leiria. Instalado no antigo convento de Santo Agostinho, do século XV, o museu conta a história do território de Leiria, desde há milhões de anos até ao presente. Em destaque estão os achados da Guimarota, que ajudam a perceber com era a fauna e a flora desde tempos pré-históricos, a Criança do Lapedo e o Abrigo do Lagar Velho, que contribuem para a compreensão da evolução da humanidade, além da memória de Collipo e da presença dos romanos por cá, do Castelo de Leiria e da herança medieval e religiosa, do Pinhal de Leiria e do olhar sobre a produção contemporânea. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento. “Vizinho” do Castelo de Leiria, o museu preserva e apresenta diversos documentos e tecnologia relacionados com a história técnica e artística do pré-cinema, da fotografia e do cinema. Desde 1996 que o m|i|mo se dedica à recolha, salvaguarda, conservação e inventariação de objetos e técnicas relacionados com as imagens em movimento. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

Museu da Comunidade Concelhia da Batalha. “A Pedra e a Batalha: da matéria à vida” percorre a geologia, a história, a arte e a economia do território, numa verdadeira viagem através da pedra calcária, particularmente a do Maciço Calcário Estremenho, que está presente em vários aspectos da nossa vida (até nas pastas de dentes). A pedra e a cantaria têm sido uma fonte importante de desenvolvimento para a comunidade da Batalha e uma presença no dia a dia, ajudando à construção da sua história, da sua cultura e da sua atividade. O museu abre de quarta a quinta, nos seguintes horários: inverno (1 de outubro a 31 de março), das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas; verão (1 de abril a 30 de setembro), das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

A Câmara das Maravilhas – O gabinete encantado de José Aurélio. No Armazém das Artes está em permanência – e com entrada livre – uma exposição que remete para os Gabinetes de Curiosidades ou Câmara das Maravilhas em voga nos séculos XVI e XVII. Ali se reuniam, numa vitrine, objetos raros, artefactos insólitos, relíquias naturais e invenções humanas. Com curadoria de Alberto Guerreiro, em Alcobaça revelam-se peças da coleção do escultor José Aurélio: são objetos naturais, artefactos artísticos e peças singulares, selecionados entre a experimentação criativa e o colecionismo pessoal. “Espécimes que revelavam um mundo ainda por compreender, numa dança entre superstição, ciência, religião e arte. Um expositor de luz sobre as trevas”, lê-se na nota de apresentação.

Fragmentos da Memória e do Tempo. O Espaço Arqueológico José Costa dos Santos, no Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande, procura divulgar a história do território, valorizando o património arqueológico do concelho e homenageando o arqueólogo José Costa dos Santos. Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira (9h-13h e 14h-17h).

Museu do Vidro. No Palácio Stephens, na Marinha Grande, uma exposição dedicada às artes decorativas do vidro, bem como à tecnologia da produção de vidro utilitário, decorativo e científico, numa área expositiva que reflete a evolução da indústria vidreira em Portugal. De terça a domingo (10h13h e 14h-18h).

Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro. No segundo piso do espaço cultural da Marinha Grande está patente um conjunto de obras que representam cerca de 25 anos de vidro de expressão plástica contemporânea realizado em Portugal, bem como uma seleção de obras em vidro de artistas internacionais que foram sendo adquiridas ou doadas para a coleção do museu. A visitar de quarta a sábado (10h-13h e 14h-16h), com entrada gratuita.

Orfeu. No Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande, pelo rés-do-chão e pelo 1º piso do palácio e por
um pavilhão, descobre-se a estatuária de média e grande dimensão da autoria de Joaquim Correia. Aberto de quarta a sábado (10h-13h e 14h-17h).

Museu Marquês de Pombal. Instalado desde 2004 num edifício pombalino, a Cadeia Velha, na Praça Marquês de Pombal, o museu monográfico conta com um núcleo bibliográfico composto por livros da época, sendo o mais antigo de 1717. O espólio permite uma leitura da história nacional e local do século XVIII e da vida do Marquês de Pombal como figura central da vida política portuguesa dessa época. Funciona de terça-feira a domingo (10h-13h e 14h-18h).

Museu Abílio de Mattos e Silva. O museu de Óbidos reabriu ao público a coleção permanente, que revela as várias dimensões de Abílio de Mattos e Silva, da cenografia e figurinismo às artes gráficas. A reabertura marca um novo ciclo na valorização do património artístico e cultural, reforçando a ligação do museu à comunidade, às escolas e a todos os públicos, através de um Serviço Educativo criado para promover a descoberta, a aprendizagem e o diálogo com a obra de Abílio de Mattos e Silva. Visitável de terça a domingo (9h30-13h e 14h às 17h30).