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Ourém pede mais equipas da E-Redes no terreno para retomar urgentemente normalidade

“Gostaria de apelar a que a E-Redes, as entidades que gerem estas equipas, possam colocar mais gente, mais meios no terreno, porque, se isso acontecesse, penso que em poucos dias acabaríamos de resolver o que temos ainda pendente”, apelou o autarca Luís Albuquerque.

FOTO: Joaquim Dâmaso

O presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque, pediu hoje mais equipas da E-Redes no terreno, porque o concelho, gravemente afetado pela depressão Kristin, “precisa muito urgentemente de retomar a sua vida normal”.

“Gostaria de apelar a que a E-Redes, as entidades que gerem estas equipas, possam colocar mais gente, mais meios no terreno, porque, se isso acontecesse, penso que em poucos dias acabaríamos de resolver o que temos ainda pendente. E é esse o apelo que deixo, que coloquem mais gente no terreno, porque o concelho de Ourém precisa muito urgentemente de retomar a sua vida normal”, afirmou Luís Albuquerque.

A E-Redes é a principal operadora da rede de distribuição de energia elétrica em Portugal Continental das redes de alta, média e baixa tensão.

À agência Lusa, o autarca admitiu que concelhos “não tão mediatizados tendem a cair no esquecimento”.

“E eu, obviamente, não quero de forma nenhuma que isso aconteça e, por isso, deixo aqui este apelo”, reforçou, considerando que a falta de eletricidade em muitos locais continua a ser o principal problema 16 dias após a depressão Kristin ter atingido este concelho do distrito de Santarém.

O presidente do município precisou que gostaria que houvesse “mais equipas no terreno, nomeadamente de baixa tensão”.

“Há casas que são abastecidas [de energia] e outras ao lado que não estão abastecidas e isso, obviamente, provoca um sentimento de revolta grande, de angústia grande nas pessoas, porque veem que ao seu lado já existe iluminação”, declarou Luís Albuquerque.

Por outro lado, adiantou subsistirem problemas nas comunicações, assim como muitas pessoas com as casas destelhadas, o que provoca “incómodo, mal-estar, irritação”.

“Juntando a falta de luz a não terem condições em casa torna as coisas muito difíceis”, admitiu.

A autarquia contabiliza hoje “115 pessoas desalojadas ou deslocadas”, resultado de “cerca de 73 habitações” sem condições de habitabilidade.

“A situação continua muito difícil, muito complicada”, resumiu Luís Albuquerque.

A E-Redes anunciou que às 8 horas de hoje na zona mais crítica da depressão Kristin “estavam cerca de 25 mil clientes sem energia”.

“No total, do território continental, devido às condições meteorológicas adversas, havia 33 mil clientes sem energia”, adiantou a operadora, garantindo que mantém “todos os esforços para ultrapassar esta situação, com cerca de 2.400 pessoas envolvidas nesta recuperação”.


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