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Após a devastação florescem ideias para a reinvenção do Centro de Artes Villa Portela

Depois da destruição quase total do parque, escoram-se árvores, preservam-se cedros caídos, alinham-se ideias e define-se um novo paradigma. A reabertura é desejada para maio.

Mais de 160 árvores da Villa Portela foram afetadas pela tempestade Kristin, incluindo as sete maiores, com mais de cem anos. Cerca de 40 que caíram foram escoradas numa tentativa de salvar parte do parque arbóreo. A ambição é reabrir ao público em maio. Mas há ainda muito por fazer, tanto na área verde como nos diversos edifícios que, contudo, milagrosamente escaparam quase ilesos à queda de tantas árvores FOTO: Joaquim Dâmaso

Como reagir à destruição de um parque arbóreo com 130 anos de história? Como repensar um projeto artístico inaugurado há quatro meses? Esse exercício está a acontecer no Centro de Artes Villa Portela (CAVP), o espaço cultural de maior sucesso nos últimos anos em Leiria: em quatro meses, desde a inauguração, mais de 20 mil pessoas visitaram a exposição principal e cerca de 30 mil atravessaram os jardins da propriedade.


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