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Muitas pontes e convidados para celebrar a Orquestra Jazz de Leiria em novo disco

“Bridges” tem lançamento agendado para amanhã, 13 de março. O concerto de apresentação é em Leiria, no dia 21.

O trompetista Jon Faddis, que tocou com Dizzy Gillespie, Count Basie, Charles Mingus ou Thad Jones, é um dos músicos que colabora com a Orquestra Jazz de Leiria no novo disco “Bridges”. O lançamento é amanhã, 13 de março, e o concerto de apresentação no dia 21

Esteve para se chamar “Quinze”, na linha de “Dez”, o disco que, em 2021, assinalou uma década de existência da Orquestra Jazz de Leiria (OJL). Mas “Bridges” (“Pontes”, em português), faz mais justiça ao que a orquestra tem feito ao longo destes 15 anos: estabelecer pontes entre o jazz e vozes (e instrumentistas) convidadas e entre esses protagonistas e o próprio público, convidado a descobrir outra forma de ouvir artistas conhecidos.

Com a OJL, muitos têm cantado o seu próprio repertório, standards ou originais com assinatura do maestro César Cardoso e de outros “cúmplices” dos arranjos made in Leiria.

“Bridges” sai na sexta-feira, 13 de março, e traz novidades. Assinalando os 15 anos da OJL, o disco conta pela primeira vez com convidados internacionais, casos dos norte-americanos Kurt Elling, Maria Schneider e Jon Faddis, que se juntam a Paulo de Carvalho, Tatanka, Samuel Úria e Kiko Pereira.

“A grande novidade deste disco em relação ao primeiro é a inclusão de artistas internacionais com quem, entretanto, colaborámos e fizemos concertos”, conta César Cardoso. Pela primeira vez também, um disco da OJL inclui duas faixas ao vivo, gravadas a partir dos concertos realizados no Teatro José Lúcio da Silva.

Segundo o maestro, “Bridges” pretende “deixar o registo das nossas colaborações com os diferentes artistas com quem partilhamos o palco”.

Os sete convidados, entre nacionais e internacionais, representam “diferentes estéticas” num só disco, porque Paulo de Carvalho, Samuel Úria, Kurt Elling ou Jon Faddis “são de universos muito distintos”.

“Mas a nossa ideia sempre foi esta: mostrar tudo o que fazemos, a nossa versatilidade e poder chegar a mais pessoas. As pessoas que gostam do Paulo de Carvalho, vão ouvir o Kurt Elling, que se calhar não conhecem, ou a Maria Schneider, e vice-versa. É uma coisa boa para dar a conhecer [nova música] a outras pessoas”, afirma.

Um convite que volta a ganhar forma ao vivo, já no dia 21 de março: a OJL apresenta o novo álbum num concerto especial, que contará com a presença de Paulo de Carvalho, Tatanka, Samuel Úria e Kiko Pereira no palco do Teatro José Lúcio da Silva.


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