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Profissão que batiza a cidade quer ser reconhecida como sendo de desgaste rápido

Grupo de vidreiros pede apoio do executivo municipal à sua reivindicação

Um homem trabalha uma peça de vidro incandescente numa oficina, com fumo à sua volta. Várias pessoas observam ao fundo.
Turnos, calor, ruído e doenças profissionais motivam reivindicação de vidreiros Foto de Arquivo: Joaquim Dâmaso

“Os vidreiros estão a morrer na Marinha Grande aos poucos”. O diagnóstico é feito por Gil Ferreira, vidreiro que trabalha há duas décadas no sector.


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