Passa a mim que sou teu” era a frase que o meu Pai dizia quando os jogadores se aproximavam da bancada, enquanto eu, menino e depois adolescente, segurava firme a frase no coração, durante a década em que assisti ao futebol ao vivo, e ainda me lembro.
Jorge Mangorrinha
Arquiteto
Exclusivo19 de janeiro às 18:30
Postal das Caldas: “Passa a mim que sou teu”
Hoje, o Campo da Mata mantém-se como palco dos jogos, agora relvado, mas obsoleto. Ninguém quis retirá-lo dali, por falta de visão e não tanto porque cada bancada, cada lugar, guarda os ecos de todos os que ali estiveram, de todos os que gritaram, riram, choraram e sofreram pelo Caldas.