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Sociedade

Região deverá registar um agravamento do estado do tempo a partir de domingo

Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil alerta para o possível “transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras” e “arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas deficientemente fixadas” devido ao vento forte.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê, para os próximos dias, um agravamento do estado do tempo em Portugal continental com precipitação, vento forte e agitação marítima forte.

A precipitação será, de acordo com o comunicado do IPMA, “por vezes forte, ocasionalmente de granizo e acompanhada de trovoada, nas regiões Norte e Centro”. Existirá também “vento forte, com rajadas até 80 km/h no litoral oeste e até 100km/h nas terras altas”.

De acordo com a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), nos dias 31 de janeiro e 1 e 2 de fevereiro, os caudais dos rios vão ser superiores aos habituais, existindo a possibilidade de inundações. Nas zonas urbanas, há também a possibilidade de inundações onde a precipitação será mais intensa.

O quadro meteorológico “deverá ser mais gravoso” a partir das 21 horas de domingo, 1 de fevereiro, sendo expectável a “ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro”.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alerta ainda para o possível “transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras”; instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água; e “arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública”.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando vários feridos e desalojados e até vítimas mortais.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.


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