Os próximos anos não serão benignos para a União Europeia. Pelo contrário: tudo indica que serão desestabilizadores e potencialmente decisivos para as estruturas que hoje a definem. O impacto não será apenas institucional ou político – será existencial. As eleições em vários Estados europeus nevrálgicos, como França, poderão ver chegar ao poder forças políticas nos antípodas do projeto europeu.
Rodrigo Vaz
Consultor de assuntos europeus e internacionais
rodrigovaz@sapo.pt
Exclusivo2 de fevereiro às 18:11
O mundo inteiro: Por cada UE que cair, outra se levantará
Num continente de Estados médios e pequenos, a alternativa à reinvenção não é a soberania plena. É a irrelevância.