Quando me olho ao espelho de manhã, vejo sempre o ser humano como um idiota. Não consigo evitar. Entristece-me saber que faço parte da manada e das suas cores menos bonitas. E, ao mesmo tempo, não quero ser diferente para me destacar, porque gosto de passar despercebida.
Cláudia Franco
Cantora de jazz, compositora e educadora
ExclusivoHoje às 18:30
Mar de serra: Graça
Quero acreditar que reduzo as vezes em que sou idiota se me dedicar ao silêncio das boas ações. Mas não sou assim tão perfeita. E esqueço-me de ser boa, até para mim.