Questões de consciência, culturais, ambientais, mas também de dignidade. Estas são algumas razões invocadas pela maioria dos elementos do executivo que, na última segunda-feira, recusaram os planos de instalação de um crematório na zona industrial da Marinha Grande.
Crematório na zona industrial chumbado por razões “de consciência”
Paulo Vicente, presidente do município da Marinha Grande, assumiu reservas pessoais, mesmo reconhecendo a ausência de obstáculos legais claros.