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Centena de operacionais treina para evitar falhas nas comunicações de emergência

Formação junta câmaras, juntas de freguesia, bombeiros, GNR, PSP, INEM e Cruz Vermelha

Mais de 100 operacionais estão a receber formação em Leiria para melhorar a utilização das comunicações de emergência e reduzir o risco de falhas em situações críticas, numa iniciativa que decorre durante quatro dias e envolve profissionais de entidades do distrito.

O Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) abrange os 16 municípios do distrito, conta com 230 terminais e dispõe de três Centros de Despacho, equipados com 11 Consolas de Despacho (salas e equipamentos operacionais).

No distrito, a rede está ainda a ser alargada a mais de 100 juntas de freguesia. A expansão pretende “reforçar a cobertura e a capacidade de articulação territorial”, segundo um comunicado do Ministério da Administração Interna (MAI).

A ação inclui a participação de elementos de 44 câmaras municipais e 17 juntas de freguesia, 13 de corporações de bombeiros, três de estabelecimentos prisionais, além de elementos das forças de segurança, INEM e Cruz Vermelha.

O objetivo da formação, que começou na quinta-feira, dia 6, é garantir que, quando ocorre uma emergência, os meios que estão no terreno conseguem comunicar de forma mais eficaz.

O objetivo, explica o MAI, é “reforçar e otimizar a capacidade de resposta e minimizar falhas por parte de quem utiliza este sistema de comunicações”.

A intenção é que os utilizadores estejam mais preparados para utilizar todas as funcionalidades disponíveis quando enfrentam fenómenos extremos ou situações de crise, “minimizando falhas e otimizando a resposta a fenómenos extremos e em cenários de crise”.

A iniciativa de Leiria faz parte de um programa que está a percorrer o país. Antes de chegar ao distrito, a formação passou por Castelo Branco, Arganil, Entroncamento, Coimbra e Figueira da Foz, envolvendo já mais de 300 formandos.

Até ao final de agosto, o plano deverá abranger mais de 500 operacionais. De acordo com o MAI, já participaram trabalhadores de 20 câmaras municipais e 150 juntas de freguesia.