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ULO coloca sete investigadores no top mundial dos mais influentes

Há dois anos, a ULO viu ser eleito, pela primeira vez, um investigador

Fachada de um edifício com a inscrição «Universidade Leiria · Oeste». Duas pessoas caminham junto à entrada, onde se veem bandeiras e uma rampa de acesso.
FOTO: ULO

A Universidade de Leiria e Oeste (ULO) colocou, pela primeira vez, sete investigadores no “World’s Top 2% Scientists”, desenvolvido pela Universidade de Stanford e pela Elsevier, que “analisa milhões de investigadores do mundo e identifica os mais influentes, com base no impacto do seu trabalho científico”.

Os investigadores Carlos Laranjeira (ciTechCare), Marco Lemos (MARE), Filipe Rodrigues e Diogo Monteiro, (ambos do CIDESD), Diana Pacheco (CDRSP) e Eleonora Santos (CARME) foram distinguidos na categoria “Single-Year 2025”.

No ranking “Career-Long”, que avalia o impacto científico acumulado ao longo da carreira, figura de novo Carlos Laranjeira, bem como Geoffrey Mitchell (CDRSP).

“Este reconhecimento demonstra a capacidade da nossa comunidade científica para produzir conhecimento com impacto e visibilidade no contexto internacional”, afirmou na sexta-feira, dia 9, o reitor da Universidade de Leiria e Oeste, Carlos Rabadão, realçando: “É um resultado que nos orgulha e que reforça a importância de continuar a investir na investigação, na criação de conhecimento e na sua ligação à sociedade, às empresas e aos territórios”.

O reconhecimento surge num contexto de “consolidação e crescimento da atividade científica da ULO”, que, na última avaliação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), para o período 2025–2029, teve oito unidades de investigação classificadas com Excelente, cinco avaliadas com Muito Bom e duas com Bom, adianta a universidade em comunicado.

Há dois anos, a ULO viu ser eleito, pela primeira vez, um investigador no ranking elaborado pela Universidade de Stanford (Califórnia, EUA), considerada uma das instituições de ensino superior mais prestigiadas e influentes do mundo, e pela Elsevier (Países Baixos), apontada como uma das maiores editoras de literatura científica e médica do mundo.

A metodologia baseia-se em indicadores bibliométricos relacionados com o número de citações e métricas de produtividade e impacto do trabalho do investigador.


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