A reestruturação de um território após uma calamidade não se deve limitar a ordens remotas, centralizadas, respostas padronizadas ou decisões tomadas à distância da realidade afetada. Ao tudo falhar, é a proximidade que preserva tempo, vidas, vínculos e dignidade.
António Filipe Chambel
Investigador da Universidade de Coimbra
ExclusivoHoje às 18:30
Não se reconstrói à distância
Só estruturas descentralizadas conseguem interpretar com precisão onde a urgência é maior, quem ficou para trás, quais recursos locais permanecem e quais respostas realmente fazem sentido.