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Pontos de vista: Está o Governo a responder com as medidas necessárias ao impacto da calamidade na região?

A mesma pergunta, dois pontos de vista. Os autarcas António Henriques (Castanheira de Pera) e Pedro Pimpão (Pombal) respondem, em artigo de opinião, à mesma questão.

António Henriques

Presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera

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Exclusivo

Pontos de vista: Está o Governo a responder com as medidas necessárias ao impacto da calamidade na região?

A mesma pergunta, dois pontos de vista. Os autarcas Pedro Pimpão (Pombal) e António Henriques (Castanheira de Pera) respondem, em artigo de opinião, à mesma questão.

Pedro Pimpão

Presidente da Câmara Municipal de Pombal

Editorial

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O futuro pós-calamidade

Vivemos um tempo que exige proximidade e coragem nas respostas imediatas, a par de distanciamento necessário para elevar a capacidade de alinhar a reconstrução com uma nova visão.

Francisco Rebelo dos Santos

Diretor do REGIÃO DE LEIRIA

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Postal das Caldas: Os déSAXés da República

Marcelo regeu o regime como quem improvisa jazz num programa dominical, com abraços abundantes, autorretratos ecuménicos e uma loquacidade que faria corar um locutor de rádio de madrugada.

Opinião

Cláudia Franco

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Mar de serra: Graça

Quero acreditar que reduzo as vezes em que sou idiota se me dedicar ao silêncio das boas ações. Mas não sou assim tão perfeita. E esqueço-me de ser boa, até para mim.

Exclusivo

“Intravista” de vida – I : Pedrosa Lourenço – Arauto da Igreja de Francisco?

O sobrinho de 75 anos e a memória das pegadas do tio em conversa amena

Exclusivo

O meu diário: António Lobo Antunes

É um prazer conviver com pessoas que nos fazem querer ser melhores, que nos inspiram, que acrescentam nas nossa vidas. O meu avô dizia que devíamos andar com os melhores ainda que fossemos medíocres, porque a ideia era sugar e não ser sugados

Exclusivo

Em foco: Energias renováveis

O desenvolvimento das energias renováveis é essencial para reduzir a dependência externa de combustíveis fósseis e contribuir para a descarbonização da economia.

Exclusivo

Não se reconstrói à distância

Só estruturas descentralizadas conseguem interpretar com precisão onde a urgência é maior, quem ficou para trás, quais recursos locais permanecem e quais respostas realmente fazem sentido.

Opinião

Célia Sousa

As palavras que constroem respeito

A linguagem molda mentalidades. E as mentalidades moldam o mundo em que vivemos. Por isso, antes de falar, vale a pena pensar nas palavras que escolhemos. Porque uma sociedade verdadeiramente inclusiva começa muito antes das leis ou das rampas.

Editorial

Carlos S. Almeida

Exclusivo

Um mediador Seguro

António José Seguro, na tomada de posse, surgiu apostado em conseguir aquilo que, em bastos momentos, parece a quadratura do círculo.

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Opinião

Diana Rodrigues

Exclusivo

O Fitness está em crise?

Começamos cedo, acabamos tarde, temos de ter sempre a energia carregada a 200%, e a cara de quem passa a vida a fazer coisas positivas e entusiasmantes.

Exclusivo

Caleidolivro: Acolher

Ao longo da história conseguimos perceber o profundo impacto emocional que a convivência com os Kinsella e o seu carinho simples têm na vida de uma criança que nunca conheceu essa realidade, transformando o período de acolhimento além de uma temporada noutro lar, na vivência única de valores humanos insubstituíveis.

Opinião

Manuel Sequeira

Exclusivo

Ajustes InDiretos: Rei Liar

A pergunta que se impõe é: até que ponto continuamos a tolerar a presença de um energúmeno desta grandeza? E já agora que lhes deem uma lição de patriotismo e já agora de urbanidade.

Exclusivo

A necessidade de debitar, partilhar, chorar, gritar

Sejamos fortes, contrariaremos a mente e os pensamentos que nos levam ao medo, angústia e falta de apetite.

Exclusivo

Passageiro do tempo: Não é incompetência do Estado, é incapacidade

O Estado tem deveres claros: prevenir, planear, mitigar, socorrer e reconstruir.

Exclusivo

Monte Miradouro: Sobreviventes

O saber fazer e a destreza manual não só nos têm preservado além “tempestades” — e continuarão a fazê-lo —, como serão a nossa mais-valia no futuro.

Exclusivo

Palavras com liberdade: Prioridades públicas

Em democracia, o escrutínio do destino dos recursos públicos é expressão de maturidade coletiva. A confiança constrói-se quando as opções financeiras são percecionadas como resposta direta às dificuldades sentidas pelas pessoas.

Opinião

Renato Cruz

Exclusivo

Não é luxo, é investimento social

A falta de investimento no desporto já era uma realidade, que só se confirma agora, quando mais se mostra necessário o apoio do governo central.

Exclusivo

Que reconstrução queremos?

Avançar para a reconstrução sem antecipar e responder a vulnerabilidades estruturais será alimentar um “ciclo de destruição”. Insistir neste género de reconstrução será ignorar o conhecimento e a competência.

Opinião

Emília Pinto

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Sei de um rio…

Não, aquela não era a nossa casa. Por ali tinha passado qualquer coisa tipo tsunami, como os que aparecem no cinema. Era irreal.

Opinião

Rodrigo Vaz

Exclusivo

O mundo inteiro: Quatro anos, zero vencedores

Pode haver heróis, mas não há vencedores. Tanto a Ucrânia como a Rússia sairão destruídas deste conflito.

Opinião

Mónica Vieira

Exclusivo

Quem pergunta, aprende: Quando pedimos mais à escola, quem assegura que os alunos aprendem?

Em Portugal, mais de metade dos professores do ensino básico e secundário têm 50 ou mais anos, e só cerca de 3% tem menos de 30 anos.

Opinião

João Teixeira

Exclusivo

Era uma vez: Reconstruir o desporto

Quando uma instalação desportiva encerra as portas, não se perde apenas um equipamento desportivo. Perdem-se rotinas, identidade, cooperação e valores que se constroem diariamente. Perde-se, sobretudo, um espaço privilegiado para um crescimento holístico vivido em comunidade.

Opinião

Sofia Rino

Exclusivo

Ao mesmo tempo: Lugares com sentido

Uma cidade torna-se verdadeiramente habitável quando promove relações humanas próximas, positivas e inclusivas, fortalecendo o sentimento de pertença e o envolvimento cívico.

Exclusivo

Anatomia do tempo: Quando a tempestade expõe a fragilidade do Estado

Portugal reage melhor do que previne. Mobiliza-se quando o pior acontece, mas aprende pouco quando a crise passa.

Exclusivo

O mais surpreendente

Um mês depois da madrugada que virou a região do avesso, continuamos diariamente a ser surpreendidos com a dimensão da calamidade.

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