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Curas e mezinhas. Fila na Rebolaria contra mau olhado e mal de inveja

Curas e mezinhas. Fila na Rebolaria contra mau olhado e mal de inveja

Cortar o “cobrão” e rezar o responso a Santo António esteve a cargo de Maria da Luz Moreira. Maria dos Anjos tratou dos “desmanchados”. Mas o sucesso foi a cura do “mal de inveja” e “mau olhado”: Glória Marques não teve mãos a medir na oficina de curas e mezinhas do Rancho Rosas do Lena. No dia 22 de janeiro, na Rebolaria, Batalha, a fila para consultas estendeu-se Museu Etnográfico da Alta Estremadura adentro.

Muitos quiseram saber se estavam afetados e toda a tarde Glória deitou pingos de azeite na água e fez rezas. “Gosto de fazer isto, porque ajuda as pessoas. Elas sentem-se bem e fico feliz”, contou. Mas a prática deixa-lhe sequelas. “Sinto cansaço, stress, sono. Não sei se é o problema da pessoa que me cai em cima, mas não sinto bem”.

Surpreendido estava o presidente do Rosas do Lena: uma centena de pessoas passou pelo museu naquele domingo. “Esta é uma forma de chamar pessoas ao museu. Mas hoje está muita gente, superou as expetativas”, disse José António Bagagem.

Oficina de instrumentos

Dia 12 de fevereiro, um domingo, o Museu Etnográfico da Rebolaria abre portas a mais uma oficina temática. Desta vez o convite é para assistir e aprender a fazer instrumentos musicais: a castanhola, o cartaxo ou o num-num. É das 15 às 17 horas, com música pelo meio. A entrada é livre.

 

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