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Livro convida a (re)descobrir o Mosteiro da Batalha a partir de 40 curiosidades

“Mosteiro da Batalha – 40 curiosidades sobre o monumento”, de Rui Borges Cunha, tem ilustrações de Luís Taklim e revisão científica de Joaquim Ruivo, diretor do Mosteiro da Batalha, e Pedro Redol, técnico do mosteiro. O livro pode ser encomendado através do e-mail ruiborgescunhaemail@gmail.com

É o monumento do país mais visitado fora de Lisboa e Porto mas a maioria dos 500 mil turistas que cruza as portas do Mosteiro da Batalha vem do estrangeiro. Foi para aguçar a curiosidade dos portugueses – sobretudo os mais jovens – para uma das jóias do património nacional que Rui Borges Cunha escreveu “Mosteiro da Batalha – 40 curiosidadades sobre o monumento”, lançado no domingo, dia 10 de junho.

Pensado para alunos dos 2º e 3º ciclos, o livro tem potencial para surpreender muitos adultos. As ilustrações virtuosas de Luís Taklim e e os conteúdos cientificamente certificados – dos mitos às últimas novidades -, a obra reúne um conjunto de informações que cruzam toda a existência do Mosteiro, da fundação à atualidade.

“Perceber o Mosteiro da Batalha é perceber a nossa história, essencialmente a questão da soberania”, nota Rui Cunha, que procurou criar algo que “possa conquistar os mais novos para este monumento”, onde há “muitas histórias, além de um simbolismo muito grande”.

O autor escolheu 40 curiosidades, “mas podiam ser 400”. “Não quis que a abordagem fosse a tradicional, a partir da Batalha de Aljubarrota”, que dita a construção do Mosteiro. Valorizou aspetos como os estilos arquitectónicos, os mestres que contribuíram para a construção, a originalidade das técnicas, a importância teológica ou espaços já desaparecidos.

Como um “caderno de campo”, o livro de Rui Cunha convida à descoberta da arquitetura, história e simbolismo do Mosteiro da Batalha. “Tentei que houvesse informação nova e diferenciadora relativamente aos conteúdos normais”.

Para essa “visão mais atualizada”, consultou muitas fontes, nomeadamente diversos estudos científicos realizados nos últimos anos. É, assim, também um contributo para os turistas mais exigentes, que procuram conhecimento mais aprofundado, aqui partilhado de forma ligeira e bastante gráfica.

O resultado final ajuda a “uma leitura mais transversal e equidistante” do monumento. E conta “o que aconteceu nos 600 anos desde a construção do monumento até à atualidade”, conclui Rui Cunha.

Após 18 anos a trabalhar na Batalha, Rui Cunha edita um livro recheado de informação sobre o monumento Património Mundial da Humanidade

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