As aulas do Instituto Politécnico de Leiria vão continuar a funcionar em regime de ensino à distância até ao final do semestre, respeitando o calendário académico em vigor.

A decisão foi comunicada na quarta-feira a toda a comunidade do politécnico, através de email e da publicação das orientações na página da instituição, onde se explica que a suspensão de atividades letivas presenciais inclui a avaliação em época normal e de recurso.

Assim, a partir de 4 de maio, refere a direção do IPLeiria, “deverão ser progressivamente criadas condições para se retomarem, de modo gradual, as atividades presenciais nas escolas, unidades de investigação e serviços do Politécnico de Leiria”.

Estas atividades incluem a disponibilização de salas para os alunos acederem a meios tecnológicos necessários ao ensino à distância, como equipamentos informáticos e rede de internet.

Também os docentes do IPLeiria terão acesso a gabinetes ou outros espaços com os recursos que forem necessários para continuar as atividades letivas à distância.

Os laboratórios, salas práticas, oficinas, equipamentos e outros materiais específicos vão poder ser utilizados pelos alunos, dando prioridade aos finalistas, e para a realização de atividades de investigação e prestação de serviços.

Na informação enviada aos estudantes, o IPLeiria adianta que a reabertura dos espaços escolares “será determinada em estreita articulação com as autoridades de saúde e depende da salvaguarda e normas de segurança e saúde”.

Para isso, a partir do dia 4 de maio, será “obrigatório o uso de máscara”, não cirúrgica, comunitária ou de uso social, em todos os espaços do recinto escolar.

O IPLeiria vai disponibilizar gratuitamente máscaras aos estudantes, professores, investigadores e corpo técnico que não tenham acesso a elas.

A limpeza e higienização das superfícies, espaços e materiais será reforçada, bem como a disponibilização de produtos desinfetantes.

A direção da escola apela ainda à comunidade escolar para que se privilegie, sempre que possível, o teletrabalho e as reuniões por vídeo ou teleconferência, nomeadamente na prestação de provas públicas, como dissertações, trabalhos de projeto ou relatórios.

Os serviços de atendimento ao público “devem continuar a privilegiar o atendimento não presencial”, recorrendo às diferentes plataformas digitais, telefone e correio postal.

A retoma progressiva dos serviços fica ao cargo dos responsáveis das direções das escolas, coordenações de unidades de investigações e direções de serviços que devem definir planos e disponibilizá-los nas páginas de internet com informações sobre as regras, horários e condições de acesso aos espaços.