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Fátima

Exposição mostra rostos dos opositores dos acontecimentos de Fátima

A exposição, que pode ser visitada até 15 de outubro de 2022, no Convivium de Santo Agostinho, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade.

fotografia do rosto da virgem peregrina de fátima

As figuras que se opuseram aos acontecimentos de Fátima em 1917 vão estar em destaque na visita que o Santuário promove no dia 1 de setembro à exposição temporária “Os rostos de Fátima: fisionomias de uma paisagem espiritual”.

Nesta visita comentada sobre “Os rostos que se opõem a Fátima”, orientada por André Melícias, arquivista do Departamento de Estudos do Santuário, vão estar em destaque “críticos e opositores a Fátima, como Tomaz da Fonseca ou João Ilharco, mas também Artur de Oliveira Santos, administrador do concelho de Ourém responsável pela prisão dos pastorinhos em agosto de 1917”.

Estas figuras “ocupam um dos espaços da exposição temporária, dado o seu papel de relevo na tentativa de destruição da mensagem de Fátima”, informa o Santuário numa nota sobre a iniciativa, acrescentando que “este grupo de opositores a Fátima surge na primeira parte da exposição, onde se apresentam nomes que contribuíram para a difusão da mensagem; para a construção e consolidação da ideia de Santuário, naquela que é a sua materialidade concreta e, também, os investigadores e artistas que ajudaram a aprofundar Fátima do ponto de vista teológico, cultural e artístico”.

Esta será a quinta visita temática à exposição “Os rostos de Fátima: fisionomias de uma paisagem espiritual” e terá lugar a partir das 21h15.

Para o dia 6 de outubro está programada nova visita, que será orientada pelo reitor do Santuário, Carlos Cabecinhas, subordinada ao tema “As celebrações de Fátima: rosto visível da comunidade orante”.

A exposição, que pode ser visitada até 15 de outubro de 2022, no Convivium de Santo Agostinho, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, divide-se em duas partes: a primeira, com sete núcleos, dá a conhecer os rostos em Fátima, procurando responder à questão das fisionomias humanas relevantes na história da Cova da Iria; a segunda, com quatro núcleos, propõe um percurso mais orante e centrado na fé.

A exposição já foi visitada por mais de 27 mil pessoas.

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