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Cultura

Dupla exposição na Marinha Grande lembra legado de Volódia

No Museu Joaquim Correia e no foyer do Teatro Stephens recorda-se a obra do artista desaparecido em 2016.

Desenhos, pinturas, poemas, anotações e fragmentos literários estão reunidos na exposição dupla pensada na Marinha Grande para levar ao público um retrato do pintor-poeta Volódia. A partir de sábado, no Museu Joaquim Correia e no foyer do Teatro Stephens está patente “Volódia”, criada a partir da obra de Vladimir Aires Rodrigues, que nasceu em Paris, França, e que, aos 47 anos, faleceu na Marinha Grande em 2016.

“Volódia” era o nome pelo qual o artista era tratado pelos amigos e é essa identidade que dá origem à antologia artístico-literária revelada nos dois espaços da Marinha Grande, a partir de espólio cedido pelo pai de Vladimir, António Aires Rodrigues, e por outros familiares e amigos. A curadoria é da artista plástica Vânia Colaço.

A exposição a título póstumo reparte-se em “Volódia: Cântico selvagem”, no Museu Joaquim Correia, e “Volódia: Paisagens mentais”, no foyer do Teatro Stephens. Em ambos os espaços, o público é convidado a descobrir “a compulsiva e prolífica produção artística de Vladimir Rodrigues”, salienta o município da Marinha Grande.

A inauguração é no dia 15 de junho, às 16 horas no Museu Joaquim Correia e às 17 horas no Teatro Stephens. “Volódia” fica visitável nos dois espaços até 2 de novembro.

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