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Rui Fernandes: “Tem que haver um incentivo à economia e à fixação de empresas”

O empresário de 29 anos marca a estreia do Chega nas autárquicas de Alvaiázere

O que o leva a candidatar-se?
Foi uma proposta que me foi apresentada pela direção da distrital do partido. Decidi arregaçar as mangas e tentar fazer alguma coisa por um dos concelhos do que tem sido mais afetados pelas políticas que temos vindo a assistir desde o 25 de Abril.

Quais as medidas que consideram prioritárias para Alvaiázere?
É um concelho do interior onde existem muito poucos jovens. As principais medidas são o incentivo à criação de emprego, atrair empresa para dinamizar zonas industriais e criação de medidas que façam com que os jovens queiram ter filhos e que a câmara possa ajudar nesse sentido.

O que me está a dizer são objetivos. Quais seriam as medidas?
Uma das medidas no programa é a criação de condições para que os pais consigam ter os filhos sem preocupação, com creche com horário alargado, bom horário para transportes escolar.

Como é que se pode combater a perda populacional?
Fazendo com que o concelho seja visto como sendo bom para viver, tendo boa capacidade de empregabilidade. Tem que haver um incentivo à economia e à fixação de empresas naquela zona.

O que seria um bom resultado, nestas eleições?
Um excelente resultado seria ganhar. Um bom resultado seria ser eleito. Um mau resultado seria não conseguir ser eleito.

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