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Leiria

Furtos nos cemitérios de Amor, Marrazes e Pousos participados à polícia

Jarras e lanternas em bronze e cobre têm “desaparecido” de várias campas em cemitérios do concelho de Leiria

Vários objetos foram "abandonados" no corredor do cemitério dos Pousos pelos assaltantes UFLPBC

Dezenas de floreiras, lamparinas e peças com metal que ornamentavam campas desapareceram dos cemitérios de Pousos, Marrazes e Amor nas últimas semanas.

Os furtos mais recentes ocorreram no último fim de semana nos Pousos. Segundo José Cunha, presidente da Junta de Freguesia, os assaltantes deixaram para trás dezenas de peças que ficaram amontoadas nos corredores.

Depois de proceder à sua recolha, a Junta lançou um apelo aos proprietários com vista à respetiva identificação e entrega. Efetuou ainda uma participação à PSP.

A exemplo dos Pousos, também o de Marrazes foi assaltado no último fim de semana, tendo sido furtadas em ambos “diversas jarras e lanternas em bronze e cobre”, informa a PSP, referindo não ter sido possível até ao momento quantificar a totalidade dos objetos furtados.

Em Amor, os furtos detetados em cerca de 40 campas ocorreram no final de fevereiro, também em dois momentos. A Junta lançou um apelo aos lesados para apresentarem queixa na GNR.

Em resposta ao REGIÃO DE LEIRIA, a Comando Territorial de Leiria da GNR confirma o registo, em fevereiro, de duas ocorrências, no cemitério de Amor, relacionadas “com furto de metais não preciosos”, nomeadamente “objetos de cariz religioso/fúnebre, em bronze”, não tendo registo de outras participações relativas a furtos em cemitérios do concelho desde o início do ano.

Quanto ao modus operandi, os suspeitos “terão entrado por um portão lateral do cemitério, sem arrombamento, não tendo sido possível identificar suspeitos até ao momento”.

Anteriormente, a 20 de fevereiro, a Junta de Monte Redondo e Carreira também lançou um alerta após a ocorrência de três furtos em viaturas que estavam estacionadas à porta do cemitério, durante a tarde. Segundo Céline Gaspar, presidente da Junta, a GNR esteve no local e a maioria dos documentos que haviam sido furtados apareceram, embora não tenham sido identificados suspeitos.

Entretanto, a 1 de março, furtos numa residência do Freixial e num café do Arrabal levaram a Junta a pedir o reforço do patrulhamento por parte da GNR. Já no cemitério, e depois da instalação de câmaras de videovigilância em junho de 2020 direcionadas para a entrada, não houve registo de assaltos, adiantou ao nosso jornal Helena Brites, presidente da Junta de Freguesia.

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