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Saúde

Urgência de Leiria recebe 37 jovens, sem casos confirmados de Legionella até ao momento

Autoridades de saúde estão a acompanhar a situação. Nenhum jovem está internado e foram detetados dois casos positivos de Covid-19.

foto do painel exterior da urgência geral

Trinta e sete jovens, com sintomas de febre, tosse e dores musculares, foram atendidos na Urgência Pediatrica do Hospital de Santo André, em Leiria, nas últimas horas.

O balanço foi feito pelo Centro Hospitalar de Leiria (CHL), esta noite, na sequência de notícias que dão conta de vários jovens que terão estado, no passado fim de semana, numa discoteca da região e que estão a manifestar os mesmos sintomas.

Os 37 jovens têm entre 14 e 17 anos e manifestam “sintomas de febre, tosse e dores musculares”.

Da observação realizada na unidade hospitalar “foram confirmados dois casos positivos de Covid-19, e um caso de gripe. 20 jovens já tiveram alta, quatro aguardam exames, 13 aguardam observação. Para já, nenhum jovem está internado”.

O CHL descarta para já, tal como a Saúde Pública, casos de Legionella. “Foram realizados 20 testes para despiste de legionella, todos com resultado negativo, pelo que não se confirma, para já, legionella. O CHL continuará a acompanhar esta situação, que atualizará se considerar pertinente”, acrescenta.

Na mesma nota, o Centro Hospitalar “apela ainda a todos os pais e jovens que acorrem ao Serviço de Urgência que mantenham a calma enquanto aguardam o respetivo atendimento médico, respeitando as regras de segurança e distanciamento social”.

Esta tarde foram conhecidos os primeiros casos entre os jovens.

A informação foi avançada ao final da tarde de hoje ao REGIÃO DE LEIRIA por Rui Passadouro, delegado de saúde do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral (ACeS PL), que descarta, à partida e com base nas análises realizadas, a possibilidade de um surto de Legionella com origem na discoteca Império Romano, na Marinha Grande.

A gerência da discoteca emitiu, entretanto, um comunicado durante a tarde na página de Facebook, referindo estar a trabalhar em “estreita colaboração” com a Autoridade de Saúde para “averiguar se as mesmas têm fundamento”.

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