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Cultura

Objetos reinventados e uma lavadeira em cena no Museu Joaquim Correia

Beatriz Duarte e Anastácia Marques, da ESAD.CR, dão vida a duas performances no museu da Marinha Grande.

Beatriz Duarte dá vida à performance "Bia-a-dia", no sábado, pelas 15h30 CMMG

Um copo pode ser um sapato? E um regador, pode se transformar num corpo? No universo alternativo de Beatriz Duarte, tudo é possível. Os objetos ganham novas funções e é como se tivessem também outras dimensões. É assim na performance “Bia-a-dia”, que é apresentada no sábado, dia 25, às 15h30, no Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande.

Mas há mais para apreciar no museu este sábado. Logo de seguida, às 16 horas, Anastácia Marques encarna uma lavadeira e revive a época em que se lavava a roupa no rio, recorrendo ao têxtil como veículo da mensagem.

Na performance “Lavadeira”, a artista repete os “gestos contínuos e desgastantes” que acompanhavam a tarefa, mas também as cantigas, porque “roupa que não é cantada não é lavada”.

As duas performances fazem parte de uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal da Marinha Grande em parceria com o LIDA – Laboratório de Investigação em Design e Artes, da Escola Superior de Artes e Design (ESAD) das Caldas da Rainha. A entrada é gratuita.

Anastácia Marques recorda a tradição de levar roupa no rio CMMG

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