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Peixe seco: uma tradição que está a secar que nem um carapau

No “estindarte”, em frente à antiga lota, há mais peixe que peixeiras. Falta quem queira sujar as unhas para dar continuidade a uma das mais antigas e emblemáticas tradições da Nazaré: a secagem do peixe.

paneiros de peixe seco ao sol
A secagem de peixe nos chamados “paneiros” é um dos bilhetes-postais da Nazaré FOTO: Joaquim Dâmaso

Os “palecos” que passam junto ao “estindarte” do peixe seco em frente ao Centro Cultural da Nazaré (antiga lota) caem, muitas vezes, na rede das peixeiras. “Ah, môre, quer alguma coisinha?” é um dos pregões entoados pelas mulheres (e alguns homens) que ali se dedicam à secagem do peixe, uma arte que está a tentar resistir à erosão dos novos tempos.


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